Resumo
A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSI) propõe detectar problemas de saúde e indícios de fragilidade, para um melhor atendimento ao idoso e consequentemente melhora na sua qualidade de vida. Entretanto, ferramentas que facilitem as ações efetivas dessas políticas são escassas no planejamento e monitoramento das condições de fragilidade dos usuários no Sistema Único de Saúde (SUS). Objetivo: Desenvolver e testar um algoritmo que funcione como ferramenta, para monitoramento de níveis de fragilidade e fatores associados em idosos atendidos pelo Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) em um município do interior paulista. Método: Trata-se de um estudo observacional longitudinal com duas fases: 1) Diagnóstico de fragilidade em idosos 2) Confecção e teste de uma ferramenta de monitoramento de fragilidade e fatores associados. Serão avaliados 703 idosos (321 homens, 382 mulheres) atendidos pelo NASF da região de alta vulnerabilidade. Primeiramente, será realizado um diagnóstico de fragilidade de modo subjetivo associado à classificação de fenótipo proposta por Fried e por meio da Escala de Fragilidade de Edmonton. Além disso, serão avaliadas: características sociodemográficas, cognição, humor, Equilíbrio, Medo de Cair, Dor, independência nas atividades básicas e instrumentais de vida diária, nível de atividade física, comportamento nutricional, Risco de Diabetes e doença Renal, suporte social e necessidade de cuidado. Será realizada a análise de marcadores biológicas sanguíneos para doença de Alzheimer(ADAM10) e sarcopenia (IL6). Um algoritmo será criado para direcionar o atendimento dos idosos de acordo com os níveis de fragilidade (não frágeis, pré-frágeis e frágeis) e sua viabilidade será testada em 10% da amostra, de forma aleatória. (AU)
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