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Regulação do acesso dos usuários do SUS ao ambulatório de um Hospital Universitário

Resumo

A inserção dos hospitais na rede de atenção é fator preponderante na organização do SUS. A ordenação do fluxo de pacientes entre os hospitais e serviços de saúde, com a estruturação de uma rede regionalizada de atenção é um desafio a ser vencido. Foi esta a proposição do HCFMRP-USP quando, em 2000, descentralizou o agendamento das consultas eletivas para novos pacientes e organizou Centrais de Regulação de Consultas Eletivas, junto aos Departamentos Regionais de Saúde (DRS) de sua área de abrangência. Estudo realizado no período 2000 - 2005 mostrou que o sistema de agendamento ainda carecia de ajustes, nenhum DRS aproveitou a totalidade das vagas disponibilizadas e a baixa complexidade ainda representava parcela importante dos casos encaminhados. A partir de 2005 medidas foram adotadas pelo HC e pelo DRS XIII visando aprimorar a regulação, organizar o fluxo de pacientes e efetivar o HC como instância terciária no sistema de saúde regional. Objetivo: Avaliar o resultado da Regulação de Consultas Eletivas na organização do fluxo de pacientes ao HC, de 2005 a 2013, sobre o aproveitamento das consultas oferecidas e sobre a coerência entre a complexidade dos casos encaminhados e a posição do HC como instância terciária no SUS. Metodologia: Para avaliar os resultados na organização do fluxo de pacientes será verificado o aproveitamento das consultas oferecidas pelo HC aos DRS mediante estudo descritivo, com dados secundários no período 2005 a 2013. Para avaliar a efetivação do HC como instância terciária será analisada a coerência entre a complexidade dos casos encaminhados e a missão do HC. Será realizada investigação do tipo transversal, em dois momentos, 2005 e 2013, com amostragem dos atendimentos de novas consultas agendadas via Centrais de Regulação. (AU)