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Estimativas sobre a frequência e distribuição sociodemográfica de fatores de risco e proteção para doenças crônicas no estado de São Paulo

Processo: 14/50052-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas para o SUS
Vigência: 01 de julho de 2014 - 31 de julho de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Convênio/Acordo: CNPq - PPSUS
Pesquisador responsável:Carlos Augusto Monteiro
Beneficiário:Carlos Augusto Monteiro
Instituição-sede: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Vigilância epidemiológica  Doença crônica  Fatores de risco  São Paulo 

Resumo

As Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) são um dos maiores problemas de saúde pública da atualidade, sendo responsáveis por 61% de todas as mortes ocorridas no mundo em 2005. No Brasil, as DCNT foram a principal causa de óbito em 2007, destacando-se as doenças do aparelho circulatório ('29,4%) e as neoplasias (15,4%). Um pequeno conjunto de fatores de risco responde pela grande maioria das mortes por DCNT e por fração substancial da carga de doenças devida a essas enfermidades. Dentre esses fatores, destacam-se o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, a obesidade, a alimentação inadequada e a inatividade física. Desde 2006, o Sistema Vigitel - Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico - foi implementado em todas as capitais dos estados brasileiros e no Distrito Federal. Em 2012, a Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo estendeu a cobertura do sistema Vigitel para o Interior do Estado, obtendo estimativas sobre a frequência e distribuição dos principais determinantes de doenças crônicas na população adulta paulista. O objetivo deste projeto é dar continuidade ao sistema de monitoramento dos fatores de risco e proteção para DCNT no Estado de São Paulo, aperfeiçoando as ações de vigilância estaduais. O presente projeto dotará o Estado de São Paulo de estimativas atuais e confiáveis sobre a frequência e distribuição sociodemográfica dos principais fatores de risco e proteção para as doenças crônicas, incluindo indicadores do consumo.de tabaco e de bebidas alcoólicas, dieta e atividade física. Ainda, possibilitará a avaliação de possíveis modificações no perfil epidemiológico estadual, bem como permitirá a elaboração de um plano estadual de enfrentamento das DCNT com dados específicos da realidade local. (AU)