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Rastreamento de câncer colorretal: estudo piloto através da pesquisa de sangue oculto nas fezes por teste imunoquímico

Processo: 14/50112-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas para o SUS
Vigência: 01 de julho de 2014 - 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Convênio/Acordo: CNPq - PPSUS
Pesquisador responsável:José Eluf Neto
Beneficiário:José Eluf Neto
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Diagnóstico precoce  Neoplasias colorretais 

Resumo

Introdução: O rastreamento é uma ação dirigida à população assintomática, na fase subclínica do problema em questão. O objetivo do rastreamento é, o de diminuir a incidência do câncer na população, descobrindo a doença em seus estágios iniciais latentes. Usualmente, o exame de rastreamento é pouco invasivo, por isso, a característica operacional do teste, aliada à prevalência da doença a ser rastreada, é fator importante para minimizar os danos potenciais do rastreamento. Em São Paulo, o câncer colorretal (CCR) é o terceiro tumor mais comum em homens e mulheres e a quarta causa mais frequente de morte por câncer (INCA). No Instituto do Câncer do Estado de São Paulo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (ICESP-HCFMUSP), mais de 50% dos pacientes são diagnosticados com câncer colorretal avançado no momento do diagnóstico, em estádio IV com metástases à distância. Objetivo: Realizar um projeto piloto de rastreamento organizado através de um protocolo pré-definido investigação de câncer colorretal (CCR) na população alvo adscrita da região oeste de São Paulo. Método: indivíduos provenientes do programa da FMUSP que atende a Zona Oeste, da cidade de São Paulo, com idade entre 50 a 70 anos, assintomáticos, serão convocados para realização do teste imunoquímico das fezes; aqueles pacientes cujo resultado for positivo, serão encaminhados ao Instituto Central do HC - FMUSP para realização de colonoscopia com biópsia se necessário. Os casos diagnosticados com neoplasia maligna pelo anatomopatológico serão encaminhados para o instituto do Câncer do Estado de São Paulo para o tratamento oncológico. Resultados esperados: determinar se o Teste Imunoquímico das Fezes é efetivo no rastreamento organizado de Câncer Colorretal. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Estudo avalia viabilidade de implantar rastreamento para câncer colorretal