Busca avançada
Ano de início
Entree

A Rede Acadêmica de São Paulo: projeto 2014

Processo: 14/12051-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Apoio à Rede Acadêmica
Vigência: 01 de junho de 2014 - 30 de setembro de 2015
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Elétrica - Telecomunicações
Pesquisador responsável:Luis Fernandez Lopez
Beneficiário:Luis Fernandez Lopez
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Comunicação óptica  Redes de computadores  Tecnologias da informação e comunicação  Redes de alta velocidade  Internet avançada  Pesquisa científica  Redes acadêmicas  Comunicações optoeletrônicas 

Resumo

Em 2014, a rede ANSP atenderá a 50 das maiores e melhores instituições de pesquisa do Brasil, alcançando um total de mais de 300.000 usuários, entre pesquisadores, alunos e funcionários dessas instituições. E terá que fazê-lo no estado da arte, especialmente para atender às peculiaridades de projetos importantes como SOAR, LHCONE, SciElo e outros. Para atender a essas comunidades, a ANSP tem que estar preparada para usar as últimas tecnologias experimentais sobre enlaces de altíssima capacidade e, ao mesmo tempo, garantir a disponibilidade, a segurança e a integridade dos dados que por ela trafegam. Em outubro de 2013, a Gartner, Inc. publicou os Top 10 Strategic Technology Trends for 2014. Das dez tendências apontadas, 1.Mobile Device Diversity and Management, 2.Mobile Apps and Applications,3.The Internet of Everything,4.Hybrid Cloud and IT as Service Broker,5.The Era of Personal Cloud,6.Hybrid IT & Cloud Computing,7.Software Defined Anything,8.Web-Scale IT,9.Smart Machines,10.3-D Printing,pelo menos oito dizem respeito às redes de computadores e aos serviços de nuvens computacionais diretamente e não é difícil concluir que as outras duas dependem das redes e da nuvem em grande medida. Fazendo uma comparação com as previsões acertadas da Gartner nos anos anteriores, os tópicos acima aparecem como simples fatos da evolução tecnológica, com altíssima probabilidade de realização. Portanto, 2014 e os próximos anos devem caracterizar-se por fortes investimentos em pesquisas na área de redes e nuvens computacionais e essa tendência já pode ser vista na Europa, Estados Unidos, Japão e China, onde já se iniciaram gigantescos projetos com o objetivo de definir a "Internet do futuro". A rede ANSP tem que acompanhar tais mudanças. E, para isso, propôs-se, a partir de 2012, a deixar o papel de apenas provedor de redes (que desempenhou de maneira exemplar durante a década anterior) e passar a atuar também como patrocinador do desenvolvimento e experimentação de novas tecnologias e arquiteturas. Em 2012 e 2013 a ANSP começou a preparar-se para as novas tecnologias, em particular para o protocolo OpenFlow. Em 2014, a ANSP continuará a exercitar as Redes Definidas por Software, a operação de nuvens, esta última em conjunto com a Universidade de São Paulo, e os problemas gerados pela Internet das Coisas. E, claro, não abandonará sua imersão nas tecnologias de transmissão de bandas largas como 400 Gbps e 1 Tbps. Paralelamente, desde 2012 foram realizadas quatro Reuniões Semestrais da ANSP, com uma resposta da comunidade muito acima das expectativas. Como a ANSP depende da comunidade de técnicos e pesquisadores experimentais de suas instituições participantes (seria inútil a ANSP dominar essas novas tecnologias se as universidades não as dominassem também!), essas reuniões têm sido um instrumento inestimável para chamar a atenção da comunidade para essas questões e iniciar o treinamento do pessoal técnico e alguns alunos nos seus conceitos básicos. Essa primeira experiência sugere que essas reuniões continuem e sejam ampliadas em 2014/15. Ao mesmo tempo, o projeto AGIR que estava em discussão no Comitê Gestor da ANSP, será superado por um programa similar, mas de maior magnitude, que já foi aprovado por FAPESP, MCTI e Comitê Gestor da Internet do Brasil, de modo que a ANSP, em 2014, terá que trabalhar com a comunidade de forma ainda mais intensa. (AU)

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.