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Estudo da viabilidade da combinação de plataforma simuladora instável associada a interatividade de vídeo games como atrativo a fidelizador aos tratamentos de fisioterapia

Processo: 12/51366-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 30 de abril de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Dalton Yoshimi Kina
Beneficiário:Dalton Yoshimi Kina
Empresa:Fisioatual Comércio Atacadista e Equipamentos Médicos Hospitalares Ltda
Município: Catanduva
Bolsa(s) vinculada(s):14/20742-4 - Estudo da viabilidade da combinação de plataforma simuladora instável associada a interatividade de vídeo games como atrativo e fidelizador aos tratamentos de fisioterapia, BP.TT
14/19363-9 - Estudo da viabilidade da combinação de plataforma simuladora instável associada à interatividade de vídeo games como atrativo a fidelizador aos tratamentos de fisioterapia, BP.TT
14/18040-1 - Estudo da viabilidade da combinação de plataforma simuladora instável associada a interatividade de vídeo games como atrativo e fidelizador aos tratamentos de fisioterapia, BP.TT
14/17551-2 - Estudo da viabilidade da combinação de plataforma simuladora instável associada a interatividade de vídeo games como atrativo e fidelizador aos tratamentos de fisioterapia, BP.PIPE
Assunto(s):Equilíbrio postural  Postura  Propriocepção  Treinamento físico 

Resumo

Está bem documentado na literatura a ocorrência de abandono em tratamentos prolongados de saúde, no Sistema Único de Saúde, o que pode interferir nos seus resultados. Essa realidade preocupante inclui a fisioterapia, pois sabe-se, empiricamente, que ela também exige longos períodos de tratamento: 1. A pouca motivação gerada pelos métodos tradicionais é apontada como motivo de abandono do tratamento fisioterápico, caracterizando-se como uma das principais causas de falha terapêutica. (DIAS et al, 2009); 2. A falta de interesse e desvalorização do tratamento; insatisfação com as técnicas fisioterapêuticas são apontados como fatores ligados ao abandono de tratamento fisioterápico; 3. Atualização dos processos reabilitativos, tornando-os mais atrativo e motivador para pacientes é uma necessidade imperativa, já que é preocupante os números de abandone de tratamento, principalmente nos casos posturais e proprioceptivos, quase sempre cansativos e monótonos. A indústria de games tem incorporado novas tecnologias como acelerômetros, reconhecimento de gestos, e baropodômetros nas suas respectivas plataformas de vídeo games, proporcionando uma nova forma de jogar, que exige movimento do usuário, e que por esse motivo, têm sido adotados em tratamentos de reabilitação por todo o mundo com resultados já comprovados. O presente estudo prevê avaliar a resposta de jogabilidade e a viabilidade do uso de uma plataforma simuladora instável adaptada como periférico - controle de consoles de vídeo games, disponíveis no mercado, através do embarque de um sistema mecatrônico e acoplamento dos controles destes jogos, com intuito de promover maior interatividade e realismo aos games, visando adesão bem como fidelização maior do paciente aos tratamentos de equilíbrio e posturais. Espera-se assim, vencer desafios técnicos para o desenvolvimento de um protótipo de plataforma simuladora instável, comercialmente viável e compatível com os principais consoles de vídeo games disponíveis. Embora o uso de plataformas instáveis nos tratamentos de propriocepção e equilíbrio sejam freqüentes, poucas são as soluções que buscam associar estas plataformas a vídeo games, com intuito de explorar terapeuticamente o sinergismo desses recursos buscando maximizar resultados. Pretende-se chegar a uma nova ferramenta capaz de atender a demandas conjunturais estratégicas, como elevado número de quedas na terceira idade, que tem assumido caráter epidêmico no Brasil em função do crescimento significativo da população de idosos, 3 vezes maior que o restante da população decorrente do aumento da expectativa de vida do brasileiro. Anualmente ocorrem 30 mil internações de idosos por fratura / ano. Os gastos com a recuperação decorrentes de queda ultrapassam R$ 51 milhões/ano. (AU)

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