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Da comunicação de riscos à cultura de risco: construção de instrumentos e métodos para empoderar populações em situações de risco ambiental

Processo: 14/07014-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2014 - 28 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Cintia Okamura
Beneficiário:Cintia Okamura
Instituição-sede: Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB). Secretaria do Meio Ambiente (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Adelaide Cassia Nardocci ; Cristiano Kenji Iwai ; Elton Gloeden ; Iris Regina Fernandes Poffo ; Jacques Lolive ; Jean-Paul Thibaud ; Maria Ines Zanoli Sato ; Maria Tereza Pepe Razzolini ; Rúbia Kuno
Bolsa(s) vinculada(s):15/00963-9 - Da comunicação de riscos à cultura de risco: construção de instrumentos e métodos para empoderar populações em situações de risco ambiental, BP.TT
14/24712-2 - A comunicação de riscos à cultura de risco: construção de instrumentos e métodos para empoderar populações em situações de risco ambiental, BP.TT
Assunto(s):Pesquisa-ação  Políticas públicas  Riscos ambientais  Gestão de riscos 

Resumo

Tem-se constatado situações de inabilidade e descompasso no trato com populações, em especial naquelas que envolvem emergência e risco ambiental, resultando, na maioria das vezes, em conflito entre os atores envolvidos. Tal contexto mostra a necessidade de procedimentos e de instrumentos que contemplem a definição de estratégias de intervenção, de gestão da informação e de mobilização da população em diversas situações. Desta forma, a presente pesquisa propõe desenvolver conhecimento complementar ao que já vem sendo produzido pelas instituições responsáveis pela gestão de risco, como a CETESB. Assim, propõe testar e construir metodologias pertinentes para analisar, revelar e valorizar a experiência da população exposta a fim de contribuir com o desenvolvimento de uma cultura de risco. Entendemos por "cultura de risco" uma concepção ampla da comunicação de riscos que associa o conhecimento técnico e científico e o conhecimento da população. Esta "cultura de risco" valoriza as práticas de prevenção, precaução e vigilância que se baseiam na experiência da população exposta. Para responder aos desafios científicos desta proposta, serão mobilizados campos de competência interdisciplinares, associados ao projeto, cuja colaboração permitirá articular diversas escalas e níveis de intervenção habitualmente dissociados, dentro de um método de trabalho que se constitui como pesquisa-ação, a qual permite a produção participativa do conhecimento. A pesquisa terá como piloto duas áreas contaminadas críticas levantadas pela CETESB, escolhidas de forma participativa pela equipe deste projeto. Os resultados da pesquisa serão traduzidos em normas de ação que permitirá a elaboração de um protocolo de sensibilização-comunicação e participação que será implementado pela CETESB e poderá servir de modelo para outras instituições. (AU)