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A nova contabilidade voltada para ativos biológicos e sua importância para o agronegócio

Processo: 14/09358-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2014 - 28 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Administração - Ciências Contábeis
Pesquisador responsável:Ricardo Luiz Menezes da Silva
Beneficiário:Ricardo Luiz Menezes da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Paula Carolina Ciampaglia Nardi
Assunto(s):Contabilidade  Agronegócio  Mercado de capitais  Desenvolvimento econômico  Produtos agrícolas  Padrões e normas contábeis 

Resumo

Esse projeto de pesquisa investiga se houve de fato aumento na qualidade da informação contábil associada ao CPC 29, um pronunciamento técnico introduzido após o processo de convergências às normas internacionais de contabilidade, e aplicado por empresas do agronegócio. Adicionalmente, busca-se avaliar a necessidade informacional de investidores com o propósito a oferecer soluções para reduzir a informação assimétrica. Considerando a importância do setor para a economia, é saudável a existência de fontes alternativas de financiamento, como o mercado de capitais. A relevância deste projeto de pesquisa repousa no papel estratégico que este setor possui para o país, proporcionando maior desenvolvimento econômico e social. Neste sentido, o crescimento e fortalecimento do agronegócio são favoráveis para a economia, considerando as implicações econômicas e sociais. Para isso, as demonstrações contábeis devem ser relevantes, compreensíveis e úteis para fins de decisão de investimento. A norma contábil para Ativos Biológicos e Produtos Agrícolas propõe-se a regular as práticas contábeis de empresas que possuem animais ou plantas vivos, trazendo mudanças significativas para os balanços das companhias, como a aplicação do valor justo com o propósito de trazer informação mais tempestiva. No entanto, há pesquisas que questionam esse ganho informacional, em função de aspectos institucionais e incentivos do gestor. Este pode usar da discricionariedade presente na norma com o propósito de atender interesses específicos, gerando relatórios contábeis de baixa qualidade, ou que não representam adequadamente a realidade econômico-financeiro da entidade. (AU)