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Qualidade de colostro e importância do seu consumo na termogênese e no metabolismo de bezerros leiteiros neonatos

Processo: 14/05614-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2014 - 28 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Nutrição e Alimentação Animal
Pesquisador responsável:Carla Maris Machado Bittar
Beneficiário:Carla Maris Machado Bittar
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Pesq. associados:Luiz Carlos Roma Júnior ; Márcia Saladini Vieira Salles
Assunto(s):Metabolismo animal  Bezerros  Colostro  Metabólitos  Imunoglobulinas 

Resumo

O desempenho de bezerros está associado às práticas de manejo e processos fisiológicos relacionados à colostragem. Com isto, objetiva-se caracterizar o manejo da criação de bezerras, através de levantamento das práticas zootécnicas, avaliar a composição nutricional e microbiológica do colostro, determinar o melhor horário para estimar a proteína total no soro de bezerros, avaliar o efeito da ingestão de colostro sobre as características termogênicas e metabólicas de bezerros leiteiros submetidos a estresse por frio. A caracterização do manejo será realizada com auxílio de um questionário aplicado em 100 propriedades, dos Estados de Minas Gerais, Paraná e São Paulo. O colostro de primeira ordenha de vacas de propriedades particulares será colhido para análise nutricional e microbiológica. Para a estimativa do momento adequado da determinação de imunoglobulina, serão colhidas amostras de sangue de bezerros nos tempos 0, 2, 4, 6, 8, 12, 18, 24, 48, 72 e 96 horas após o nascimento. No terceiro experimento serão utilizados 30 bezerros da raça Holandês, os quais serão separados das mães logo após o nascimento, sendo pesados e colostrados. Amostras de sangue serão colhidas nos tempos 0, 1, 2, 4, 6, 12, 24 e 48 horas após o nascimento. No quinto experimento, os animais serão divididos em 3 grupos, que receberão 2, 3 e 4 L de colostro. Após a colostragem (48horas), os animais serão mantidos em sala com temperatura de 22ºC, por 1 hora, sendo tomadas a temperatura retal e amostras de sangue. Em seguida serão colocados em uma sala a 6ºC, onde permanecerão por 120 minutos, sendo tomadas amostras de sangue nos tempos 0, 15, 30, 45, 60, 75, 90, 105 e 120 minutos. Os parâmetros fisiológicos serão tomados nos mesmos tempos da coleta de sangue. Serão avaliadas a expressão dos genes UCP-1 e UCP-3, através de biopsias na base da cauda e na coxa dos animais. No sexto experimento, será avaliado o desempenho a campo dos animais do quinto experimento, os animais dos três grupos receberão 6 L de sucedâneo em duas refeições, concentrado inicial e água a vontade. No sétimo experimento, serão utilizados 30 bezerros, os quais serão alojados em gaiolas individuais em galpões fechados com temperatura controlada: 26°C ou 14°C. Os animais receberão 6 L de sucedâneo em duas refeições, concentrado inicial e água a vontade, tendo o desempenho monitorado. Ao nascimento e nas semanas 1, 2, 3 e 4 serão realizadas biopsias na base da cauda e na coxa dos animais, para avaliação da expressão dos genes UCP-1 e UCP-3. Nas amostras de sangue serão realizadas análises para a determinação de glicose, lactato, proteína total, ácidos graxos livres no plasma (NEFA), albumina, cortisol, IgG, insulina, T3 e T4, hematócrito, leucograma, ²-hidroxibutirato. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
MOURA SILVA, FERNANDA LAVINIA; MACHADO BITTAR, CARLA MARIS. Thermogenesis and some rearing strategies of dairy calves at low temperature - a review. JOURNAL OF APPLIED ANIMAL RESEARCH, v. 47, n. 1, p. 115-122, JAN 1 2019. Citações Web of Science: 0.

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