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Sacarificação do bagaço de cana-de-açúcar com ácido sulfúrico diluído e enzimas para a produção de etanol lignocelulósico

Processo: 14/00774-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2014 - 31 de maio de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Walter de Carvalho
Beneficiário:Walter de Carvalho
Instituição-sede: Escola de Engenharia de Lorena (EEL). Universidade de São Paulo (USP). Lorena , SP, Brasil
Assunto(s):Fermentação  Leveduras  Ácidos sulfúricos  Sacarificação  Bagaço de cana-de-açúcar  Etanol 

Resumo

A presente proposta tem o propósito de viabilizar a recuperação de equipamentos e a aquisição de consumíveis que irão propiciar melhores condições para o desenvolvimento de dois projetos de doutorado que, por sua vez, dão continuidade a um primeiro projeto financiado pela Fapesp na forma de auxílio individual à pesquisa. No primeiro deles, busca-se, como objetivo final, otimizar a produção de etanol a partir de hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar utilizando a levedura Scheffersomyces stipitis DSM 3651; no segundo, avaliar a conversão dos açúcares do bagaço de cana em etanol com foco na integração entre o pré-tratamento com H2SO4 diluído, a sacarificação com celulases fúngicas e a fermentação com S. stipitis. Como contribuições científicas e tecnológicas, propõe-se, além de responder às perguntas descritas no corpo do projeto, contribuir para que a Escola de Engenharia de Lorena dê continuidade ao legado da Faculdade de Engenharia Química de Lorena, em sua missão precípua de formar recursos humanos em áreas estratégicas para o país. No que concerne o desafio a ser superado, pretende-se compreender adequadamente as operações envolvidas na conversão do bagaço de cana a etanol (pré-tratamento, sacarificação e fermentação), para propor, de forma racional, estratégias para superar os gargalos ainda existentes; que têm postergado a implementação da tecnologia em escala industrial, em razão do elevado custo e do grande nível de incerteza. O estudo já encontra-se em desenvolvimento no Departamento de Biotecnologia da Escola de Engenharia de Lorena, principalmente no Laboratório de Microbiologia e Bioquímica; os estudantes envolvidos, Celso Santi Júnior e Paula Julião Esteves, também já contam com bolsas, concedidas pela CAPES. De maneira que, a priori, é preciso, no momento, obter recursos para aquisição de consumíveis e reparo de equipamentos. (AU)

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