| Processo: | 14/13501-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Ivy Kiemle Trindade Suedam |
| Beneficiário: | Ivy Kiemle Trindade Suedam |
| Instituição Sede: | Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Bauru |
| Assunto(s): | Fisiologia oral Fissura palatina Faringe Imagem tridimensional Tomografia computadorizada de feixe cônico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Faringe | Fissura Palatina | Imagem tridimensional | Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico | Fisiologia |
Resumo
As fissuras labiopalatinas (FLP) constituem a malformação congênita de maior prevalência na espécie humana. O fechamento cirúrgico do lábio e do palato, que visa restaurar a forma e a função, paradoxalmente impacta negativamente sobre o crescimento maxilar e, consequentemente, sobre a morfofisiologia nasal, levando à deformidades como desvio de septo e hipertrofia das conchas nasais. Estas alterações reduzem as dimensões internas da cavidade nasal e aumentam a resistência ao fluxo aéreo respiratório. Partindo do pressuposto que, à semelhança da cavidade nasal, o volume faríngeo desta população encontra-se provavelmente reduzido, é objetivo do presente estudo avaliar tridimensionalmente o espaço aéreo faríngeo dos pacientes com FLP por meio de tomografia computadorizada de feixe cônico. Para tanto, serão avaliados dois grupos, divididos em 3 subgrupos cada um: 1) Grupo Controle: 60 tomografias de pacientes sem FLP (20 com oclusão do tipo classe I de Angle, 20 com discrepância maxilomandibular do tipo classe II e 20 do tipo classe III), e, 2) Grupo Fissura: 60 tomografias de pacientes com FLP unilateral (20 com oclusão do tipo classe I de Angle, 20 com discrepância maxilomandibular do tipo classe II e 20 do tipo classe III). As tomografias serão obtidas no banco de dados do HRAC, de uma clínica de cirurgia bucomaxilofacial da cidade de Bauru e do Craniofacial Center/UNC, e serão avaliadas retrospectivamente, por meio do software Dolphin Imaging 11.0 e por meio do software MIMICS, os quais, a partir da demarcação de pontos anatômicos que delimitam a região faríngea, são capazes de reformatar o volume (mm3) e determinar a área de maior constricção da faringe (mm2). Desta forma, espera-se encontrar como resultados valores de volume e aérea faríngeos reduzidos para o paciente FLP, em relação aos pacientes sem fissura. Também, é hipótese deste estudo que indivíduos com discrepâncias esqueléticas maxilomandibulares apresentem o espaço faríngeo reduzido em relação aos indivíduos com oclusão normal. (AU)
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