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Anemia aplástica adquirida: avaliação da biópsia de medula óssea complementada pelo exame imuno-histoquímico na identificação de prognóstico desfavorável, aferido pela evolução para SMD/LMA - um estudo comparativo em crianças e adultos

Processo: 14/01149-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2014 - 31 de março de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Maria Cláudia Nogueira Zerbini
Beneficiário:Maria Cláudia Nogueira Zerbini
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Elvira Deolinda Rodrigues Pereira Velloso ; Marlene Pereira Garanito ; Raquel Ferrari Marchesi ; Raymundo Soares de Azevedo Neto ; Sheila Aparecida Coelho Siqueira
Assunto(s):Medula óssea  Anemia aplástica  Leucemia mieloide aguda  Síndromes mielodisplásicas  Anemia refratária  Imuno-histoquímica  Estudo comparativo  Adultos  Crianças 

Resumo

Anemia aplástica (AA) ou aplasia medular, classificada como congênita ou adquirida, é uma doença hematológica caracterizada pela redução da produção de eritrócitos, granulócitos e plaquetas, resultando em pancitopenia no sangue periférico. A AAA é mais frequentemente observada em crianças e seu diagnóstico diferencial inclui as falências medulares congênitas e a Síndrome mielodisplásica (SMD), que nessa faixa etária se apresenta frequentemente hipocelular sob a forma de Citopenia refratária da infância (CRI). A relação entre a AAA e a CRI, e como consequência o diagnóstico diferencial entre a elas, tem sido motivo de controvérsia e de dificuldades diagnósticas, clinica e morfologicamente. A importância desse diferencial se dá pela diferença no que se refere a tratamento e a prognóstico, uma vez que a SMD tem um risco maior que a AAA de evoluir para leucemia mieloide aguda. A frequente escassez de material representativo nos esfregaços das punções de medula óssea determinada pela hipocelularidade da mesma, faz com que a biópsia se torne material valioso para a abordagem diagnóstica nessas condições. Esse projeto é retrospectivo e se propõe a analisar 52 biópsias de medula óssea de crianças e 129 de adultos com diagnóstico e AAA, realizadas no Hospital das Clínicas da Faculdade de medicina da Universidade de São Paulo. Será realizado exame IHQ de todas as biópsias com o objetivo de identificar dentre os casos de AAA um conjunto de critérios morfológicos /IHQ que auxiliem na identificação de pacientes com evolução clínica desfavorável nos dois grupos, definida como evolução para SMD e/ou LMA. (AU)