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Experiência na utilização do esfíncter artificial BR-SL-AS 904 no tratamento da incontinência urinária pós-prostatectomia radical: estudo prospectivo e multicêntrico

Processo: 14/16946-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2014 - 30 de setembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:João Luiz Amaro
Beneficiário:João Luiz Amaro
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados: Carlos Alberto Bezerra ; Carlos Alberto Ricetto Sacomani ; Evandilson Guenes Campos de Barros ; Flavio Eduardo Trigo Rocha ; Ubirajara de Oliveira Barroso Júnior ; Wesley Justino Magnabosco
Bolsa(s) vinculada(s):15/03725-1 - Experiência na utilização do esfíncter artificial "BR-SL-AS 904" no tratamento da incontinência urinária pós-prostatectomia radical. estudo prospectivo e multicêntrico, BP.TT
Assunto(s):Urologia  Procedimentos cirúrgicos urológicos masculinos  Neoplasias da próstata  Prostatectomia  Incontinência urinária  Esfíncter urinário artificial 

Resumo

O câncer de próstata é o tumor sólido não cutâneo de maior incidência em homens acima dos 50 anos. No casos de neoplasia de próstata localizada ou localmente avançada na próstata, a prostatectomia radical (PR) pode ser um tratamento curativo, com resultados oncológicos bastante satisfatórios. Porém, observa-se taxas variáveis de incontinência urinária (IU), podendo esta complicação afetar a qualidade de vida e afastá-los do convívio social. Diferentes modalidades de tratamentos não cirúrgicos tais como: exercícios perineais associados ou não a eletroestimulação (eletrodo anal), e estimulação transcutânea do nervo tibial posterior tem sido propostos. Entretanto, existem divergências quanto aos benefícios destes tratamentos, no entanto, devem ser indicados primeiramente, pelo baixo risco de efeitos colaterais. O tratamento cirúrgico deve ser considerado na falha do tratamento clínico e sempre após a persistência da IU por mais de 1 ano após a PR. O esfíncter artificial (EA) é considerado o padrão ouro no tratamento da IU pós prostatectomia. Porém, economicamente inviável para a maior parte da população brasileira devido ao custo econômico extremamente elevado. Este fato irá restringir esta modalidade de tratamento em todos os Centros de Urologia do país. Assim, após período de modificações do constritor uretral, Lima e col. desenvolveram o esfíncter artificial "BR-SL-AS 904", cujo mecanismo de funcionamento se assemelha em muito ao esfincter tradicional já testado em diferentes estudos, porém, com custos inferiores. Nosso objetivo sera testar a eficiência da utilização do esfíncter artificial "BR-SL-AS 904" no controle da incontinência urinária em pacientes pós prostatectomia radical, além de avaliar suas possíveis complicações. (AU)