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Estudo dos fatores de risco para a ocorrência da Leishmaniose visceral no estado de São Paulo

Processo: 14/50086-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas para o SUS
Vigência: 01 de julho de 2014 - 31 de outubro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva
Convênio/Acordo: CNPq - PPSUS
Pesquisador responsável:Vera Lucia Fonseca de Camargo Neves
Beneficiário:Vera Lucia Fonseca de Camargo Neves
Instituição-sede: Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Análise espacial  Meio ambiente  Epidemiologia  Leishmaniose  Lutzomyia longipalpis 

Resumo

Dada a magnitude que a leishmaniose visceral (LV) vem assumindo no estado de São Paulo (ESP) desde a sua introdução, em função de sua crescente dispersão pelo Estado, ocorrendo em áreas urbanas com alta densidade demográfica, faz-se necessário ampliar o conhecimento sobre os fatores de risco tanto para sua ocorrência como para sua dispersão. Objetivos: 1- Estudar a evolução temporal e espacial da LV no ESP, por meio de análise espacial, considerando os dados de incidência da LV, prevalência da LV. canina e a presença do vetor dos 645 municípios por ano de detecção entre 1997 e 2013, associados a fatores macroambientais, como: isotermas, altitude, densidade populacional, densidade canina e eixos viários; 2- Estudar os fatores associados com a transmissão da LV em municípios com diferentes situações epidemiológicas: i) Araçatuba, com transmissão mais antiga, onde a doença tem um comportamento endêmico e as maiores incidências apresentam-se na periferia do município, ii) Votuporanga, com transmissão recente com casos distribuídos por todo o município, e ainda com características epidêmicas. Para o segundo objetivo, serão utilizadas metodologias de análise espacial e realizados modelos de regressão múltipla. As variáveis dependentes serão: as incidências de leishmaniose visceral, as prevalências caninas e a densidade vetorial e as independentes serão as socioeconômicas, demográficas, ambientais e padrão de ocupação do solo. Com esse estudo, espera-se aprofundar os conhecimentos sobre os fatores que determinam o padrão de distribuição da doença ao longo do tempo e do espaço, bem como identificar os fatores de risco para a transmissão da doença, incluindo aqueles relacionados à adaptação e expansão do vetor. (AU)