| Processo: | 14/13864-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia |
| Pesquisador responsável: | Alicia Matijasevich Manitto |
| Beneficiário: | Alicia Matijasevich Manitto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Aluisio Jardim Dornellas de Barros ; Iná da Silva dos Santos |
| Assunto(s): | Saúde mental Transtornos mentais Adolescência Transtornos relacionados ao uso de substâncias Drogas ilícitas Estudos de coortes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adolescência | consumo de substâncias | estudo de coortes | Saúde Mental | Transtornos mentais | Saúde Mental |
Resumo
Os transtornos mentais e o consumo de substâncias estão entre as principais causas de anos perdidos por incapacidade. Esses problemas frequentemente iniciam na adolescência, persistem durante todo o ciclo vital, estão associados a uma ampla gama de desfechos adversos na vida adulta e podem até colocar em risco o bem-estar das gerações futuras. Determinantes ambientais, genéticos, biológicos e comportamentais têm sido investigados com a finalidade de entender a etiologia e a história natural dos transtornos mentais e do consumo de substâncias em grupos populacionais de países de renda alta, mas poucas pesquisas foram realizadas em países de renda média e baixa. O projeto aqui descrito tem como objetivos principais: (1) determinar a frequência e os fatores de risco dos transtornos mentais e do consumo de tabaco e álcool no início da adolescência (11 anos de idade); (2) avaliar o comprometimento das funções executivas nos indivíduos com transtornos mentais e em aqueles que referem consumo de tabaco e álcool e (3) elucidar o papel mediador das funções executivas nas associações entre os determinantes precoces e os transtornos mencionados. Serão avaliados aproximadamente 3600 adolescentes que pertencem a uma coorte brasileira de base populacional e que vêm sendo acompanhados, sempre com altas taxas de resposta, em intervalos regulares desde o nascimento. Os resultados do presente projeto contribuirão para delinear recomendações e desenvolver estratégias preventivas para reduzir os problemas de saúde mental na adolescência e suas consequências médicas e sociais na vida adulta. (AU)
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