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Gênero em territórios de fronteira e transfronteiriços na Amazônia Brasileira

Processo: 13/26826-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de novembro de 2014 - 31 de outubro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Antropologia
Pesquisador responsável:José Miguel Nieto Olivar
Beneficiário:José Miguel Nieto Olivar
Instituição-sede: Núcleo de Estudos de Gênero (PAGU). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados: Daniel Veloso Hirata ; Flávia Melo da Cunha ; Guilherme Rodrigues Passamani ; José Lindomar Coelho Albuquerque ; Leticia da Luz Tedesco ; Luiza Vitória Terassi Hortelan ; Silvana de Souza Nascimento
Bolsa(s) vinculada(s):16/05241-4 - Gênero em territórios de fronteira e transfronteiriços na Amazônia Brasileira, BP.IC
16/01995-4 - Gênero em territórios de fronteira e transfronteiriços na Amazônia Brasileira, BP.IC
15/15393-3 - Gênero em territórios de fronteira e transfronteiriços na Amazônia Brasileira, BP.IC
14/23360-5 - Gênero em territórios de fronteira e transfronteiriços na Amazônia Brasileira, BP.JP
Assunto(s):Fronteiras  Amazônia Brasileira  Estudos de gênero 

Resumo

Esta proposta, centrada na análise das articulações entre gênero e fronteiras na Amazônia brasileira, toma como referência dinâmicas sociais nas cidades de Tabatinga, São Gabriel da Cachoeira (AM) e Altamira (PA), escolhidas em função da relevância adquirida no debate público sobre fronteiras e sobre Amazônia, nos últimos anos. O propósito do projeto, desdobramento da minha pesquisa de pós-doutorado (Pagu -FAPESP 2010/50077-1), é abrir uma nova linha de investigações no já consolidado Núcleo de Estudos de Gênero -PAGU/Unicamp, voltada inteiramente para a análise de como gênero opera em territórios fronteiriços e transfronteiriços. Esse recorte consiste em uma etnografia multi-situada em três locais com relevantes diferenças, e tem como objetivo geral (a) compreender como gênero marca as maneiras através das quais as pessoas se relacionam com o Estado, enquanto (b) atentamos às maneiras como o Estado, na sua própria gestão e na administração da fronteira, produz e articula o gênero em ditos territórios. À descrição etnográfica de determinadas práticas sociais (comércios ilegais/irregulares; mobilidades, trânsitos, circulações; relações "íntimas" com os Estados), se tecerá pesquisa documental e levantamentos institucionais, de modo a construir uma visão multidimensional sobre as articulações propostas. Entre os produtos se encontram: parcerias com instituições nacionais e estrangeiras, organização de eventos acadêmicos, formação de bolsistas, uma base de dados sobre gênero e fronteiras, um livro sobre a tríplice fronteira Brasil/Peru/Colômbia, artigos publicados e participações em congressos dentro e fora do país. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
FLÁVIA MELO; JOSÉ MIGUEL NIETO OLIVAR. O ORDINÁRIO E O ESPETÁCULO NO GOVERNO DA FRONTEIRA Normatividades de gênero em Tabatinga. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 34, n. 101, p. -, 2019.
JOSÉ MIGUEL NIETO OLIVAR. "... O QUE EU QUERO PARA MINHA FILHA": RUMOS DE (IN)DEFINIÇÃO DA EXPLORAÇÃO SEXUAL NO BRASIL. Mana, v. 22, n. 2, p. 435-468, Ago. 2016.

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