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Papel de IL-33 no desenvolvimento de carcinoma espinocelular de pele

Processo: 14/06215-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2014 - 31 de outubro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Ana Paula Campanelli
Beneficiário:Ana Paula Campanelli
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Pesq. associados: Karen Angélica Cavassani
Assunto(s):Neoplasias cutâneas  Carcinoma de células escamosas  Resposta imune  Linfócitos T auxiliares-indutores  Interleucina-33 

Resumo

O carcinoma espinocelular (CEC) é um dos cânceres humanos mais incidentes. A despeito do entendimento da fisiopatologia do CEC, as opções terapêuticas ainda são limitadas. Enquanto outras neoplasias progridem através de invasão, disseminação e metástase em locais distantes da origem, o CEC de cabeça e pescoço tem como características principais a disseminação linfática e a recorrência local. Entretanto, o exato mecanismo envolvido na progressão deste tipo de tumor ainda não foi descrito. Os eventos imunoregulatórios que levam a persistência e/ou recorrência do CEC precisam ser esclarecidos. Vários estudos associam a resposta imune do tipo Th1 com a regressão de tumores. Estudos recentes relataram que a ausência da sinalização IL-33/ST2 favorece a expansão de células Th1 e Th17 e inibem a resposta imune mediada por células Th2. Além disso, recente estudo demonstrou que ST2L é expresso em células matadoras naturais (NK), que representam a primeira linha de defesa contra células tumorais e metástases. Desta forma, o presente terá o intuito de analisar se a ausência da sinalização de ST2 afeta o desenvolvimento de carcinoma espinocelular. (AU)