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Avaliação da microbiota intestinal na doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA)

Processo: 13/06828-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2014 - 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Claudia Pinto Marques Souza de Oliveira
Beneficiário:Claudia Pinto Marques Souza de Oliveira
Instituição-sede: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Gastroenterologia  Hepatopatia gordurosa não alcoólica  Microbioma gastrointestinal 

Resumo

Embora haja evidência que a microbiota intestinal (MI) está envolvida na patogênese da obesidade, na Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA) não tem sido bem caracterizada. Compreender melhor o papel da microbiota intestinal na progressão da DHGNA é complexo principalmente porque é uma doença multifatorial. As hipóteses, postuladas para explicar à melhora da histologia hepática, inflamação e sensibilidade a insulina com o uso de probióticos ainda é muito escassa e continua obscura. Seguindo essa linha de pensamento faz-se necessárias mais investigações da microbiota, o que irá auxiliar a desvendar os inúmeros questionamentos na fisiopatogênese e terapêutica na DHGNA. Neste estudo serão incluídos 30 pacientes com Doença Hepática Gordurosa não Alcoólica (DHGNA) (15 pacientes com esteatose; 15 pacientes com esteat-hepatite), matriculados no Ambulatório de Doença Hepática Gordurosa não Alcoólica (A2MG700) da Disciplina de Gastroenterologia Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP), que tenham realizado biópsia hepática, indicada de acordo com o protocolo de rotina assistencial de atendimento do serviço. O grupo controle será constituído por 10 indivíduos saudáveis com o IMC normal, sem diabetes ou sintomas gastrointestinais crônicos. Todos os pacientes realizarão avaliações antropométricas e da composição corporal, bem como análise de variáveis clínicas, coleta de fezes e exames séricos. Após recordatório alimentar de 7 dias, amostras de fezes serão coletadas com auxílio de coletor de FISHER, e estocadas a -20ºC para posterior análise por pirosequenciamento. (AU)

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