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Produção destrutiva, agroecologia, trabalho associado e educação agroecológica no movimento sem-terra

Processo: 14/19013-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2015 - 31 de janeiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Educação - Tópicos Específicos de Educação
Pesquisador responsável:Henrique Tahan Novaes
Beneficiário:Henrique Tahan Novaes
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil
Assunto(s):Ecologia agrícola  Escola rural  Assentamento rural  Movimentos sociais rurais  Movimento dos sem-terra 

Resumo

Este projeto pretende refletir sobre a agroecologia e o trabalho associado nos assentamentos e escolas de agroecologia do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Para atingir estes objetivos, pretendemos realizar pesquisa documental, revisão bibliográfica, pesquisa empírica em assentamentos e escolas de agroecologia, além de entrevistas com lideranças. Desde meados dos anos 1980 o MST colocou na sua agenda o cooperativismo e o associativismo, seja no campo da produção seja no campo da comercialização. Desde os anos 2000 a crítica a produção destrutiva (agronegócio, alimentos envenenados por agrotóxicos, transgênicos e máquinas pesadas) entrou na agenda dos assentamentos e teve como resultado a criação de escolas "técnicas" de agroecologia, experiências estas que precisam ser melhor estudadas. (AU)