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Obtenção de plastificante para PVC a partir da reciclgem química de garrafas de PET

Processo: 14/18072-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2015 - 31 de agosto de 2017
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Sandro Donnini Mancini
Beneficiário:Sandro Donnini Mancini
Instituição-sede: Instituto de Ciência e Tecnologia. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Sorocaba. Sorocaba , SP, Brasil
Assunto(s):Reciclagem química  Plásticos  Politereftalato de etileno (PET)  Cloreto de polivinila 

Resumo

O mercado de plastificantes de poli (cloreto de vinila), PVC, no Brasil é de cerca de 200 mil toneladas anuais, se fazendo interessante o estudo de novas alternativas ao dietil hexilftalato (DEHP ou DOP - dioctil ftalato), o plastificante mais usado no país. Isto porque, apesar da excelente relação custo-desempenho, o DEHP apresenta restrições legais para alguns usos, por possíveis contaminações que este possa causar a consumidores. Internacionalmente, uma das alternativas é o dietil hexiltereftalato (DEHTP), cuja matéria-prima, além do 2-etil-1-hexanol (também usado para a fabricação do DEHP), geralmente é o tereftalato de dimetila (DMT). O DEHTP não apresenta as restrições que existem para o DEHP pois o DMT é usado na fabricação de poli (tereftalato de etileno), PET, largamente empregado como garrafas de, p.ex., refrigerantes e água mineral. É inclusive possível, e cada vez mais comum, a fabricação de DEHTP a partir de uma reação do mesmo 2-etil-1-hexanol com o próprio PET, o que caracteriza uma reciclagem química do polímero. O objetivo deste projeto é obter DEHTP tanto por transesterificação de DMT quanto por reciclagem química de resíduos pós-consumo de PET, caracterizar o plastificante obtido e produzir PVC plastificado com DEHP e DEHTP e compará-los em termos de propriedades finais. (AU)