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Pesquisa e desenvolvimento de robô para reabilitação neurológica dos membros superiores

Resumo

Atualmente o AVC é a segunda maior doença no mundo em número de mortes, num total de aproximadamente 6 milhões por ano. Segundo a Organização Mundial de Saúde, anualmente aproximadamente 15 milhões de pessoas sofrem AVC, destas cerca de 9 milhões sobrevivem. A cada ano, são registrados no Brasil aproximadamente 90 mil óbitos por doenças cerebrovasculares. O SUS registrou no ano de 2008 cerca de 200 mil internações por AVC, que resultaram em um custo de aproximadamente R$ 270 milhões para os cofres públicos. Dispositivos robóticos portáteis de baixa impedância, que se movimentem no espaço tridimensional (3D) e que visem a recuperação neurológica dos membros superiores não são fabricados ou comercializados no Brasil e no exterior. O robô de reabilitação sendo desenvolvido servirá para ajudar os médicos especialistas ou fisioterapeutas a iniciar o tratamento, treinamento e avaliação de progresso terapêutico dos pacientes em clínicas, hospitais e domicílios. Propomos para a fase III deste projeto, (que será desenvolvido simultaneamente com a fase II) atividades de pesquisas e desenvolvimento voltadas ao lançamento comercial deste robô. O resultado será um sistema robótico 3D com um número de componentes pequeno, mecanicamente otimizado, leve, compacto e portátil. As vantagens práticas deste sistema são significativas e produzirão um robô com desempenho mecânico superior. As atividades deste projeto são multidisciplinares e envolvem as áreas da engenharia, medicina, fisioterapia, tecnologia da informação e jogos 3D para a saúde. Além disso, existe um acompanhamento trimestral dos sub-projetos por consultores da área de medicina de reabilitação, assim como médicos, engenheiros, designers de jogos, programadores e fisioterapeutas, para a adequação dos programas a sendo desenvolvidos às necessidades dos pacientes de AVC. Uma análise preliminar de custos mostrou que com o auxílio de atividades de pesquisas estes robôs poderão ser comercializado? a preços competitivos internacionalmente e também accessíveis para as clínicas de reabilitação no Brasil. As pesquisas da fase II estão voltadas primordialmente para os aspectos conceituais associados à funcionalidade do sistema. Na fase III o enfoque será voltado para a análise e transformação dos resultados destas pesquisas na fase II em um produto comercialmente competitivo, tendo em vista a alta qualidade e a diminuição dos custos de produção. (AU)

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