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O papel das células B-1 na infecção experimental pelo Encephalitozoon cuniculi em camundongos

Processo: 14/24877-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Reserva Técnica para Infra-estrutura Institucional de Pesquisa
Vigência: 01 de dezembro de 2014 - 30 de novembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Maria Anete Lallo
Beneficiário:Maria Anete Lallo
Instituição-sede: Vice-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Universidade Paulista (UNIP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Microsporidia  Encephalitozoon cuniculi  Linfócitos B  Citocinas  Imunidade inata  Imunidade adaptativa 

Resumo

Os microsporídios da espécie Encephalitozoon infectam um grande número de mamíferos e são reconhecidos como agentes de infecção oportunista em pessoas com AIDS e outras deficiências imunológicas. Nos animais causam infecções disseminadas e morte, gerando grandes perdas econômicas quando atingem plantéis de coelhos. As células conhecidas como B-1 são linfócitos B especializados e atuam como apresentadores de antígenos, fagócitos, produzem e utilizam IL-10 como um potente regulador negativo da imunidade mediada por células, entre outras funções. A possível participação destas células e de seus produtos secretados na dinâmica do processo inflamatório de diversas etiologias é totalmente desconhecida. Foi demonstrado que células B-1 favorecem alguns agentes infecciosos como Leishmania, Paracococcidiodes brasiliensis e Trypanossoma cruzi, porém camundongos sem células B-1 são mais suscetíveis ao Schistossoma mansoni. O objetivo desse projeto será o de avaliar o papel das células B-1 na infecção experimental pelo E. cuniculi em camundongos BALB/c. Camundongos BALB/c e BALB/c Xid, submetidos ou não à imunossupressão com ciclofosfamida, serão inoculados com esporos de E. cuniculi, por via intraperitoneal. Amostras de sangue, lavado peritoneal, baço e fígado serão coletadas para proceder a fenotipagem das células T CD8+, T CD4+, NKT, NK e células B-1, por citometria de fluxo. As citocinas do perfil Th1 e Th2 serão quantificadas por citometria de fluxo pelo ensaio CBA e a quantificação de IL-10 será feita pela técnica de ELISA. As comparações estatísticas serão feitas por análise de variância (ANOVA) e pelo teste de Tukey e Kramer, com significância para valores menores que P < 0,05. (AU)