| Processo: | 14/16983-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Alessandra da Silva Augusto |
| Beneficiário: | Alessandra da Silva Augusto |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Vicente |
| Pesquisadores associados: | Tânia Marcia Costa |
| Assunto(s): | Fisiologia animal Crustáceos Caranguejo Metabolismo animal Mudança climática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alterações Climáticas | Crustaceos | Fisiologia | gênero Uca | metabolismo | Osmorregulação | crustáceos, osmorregulação, metabolismo |
Resumo
Pretende-se avaliar em laboratório aspectos da fisiologia de caranguejos marinhos frente a cenários previstos de alterações climáticas (IPCC, 2013) como acidificação oceânica, aumento da temperatura e variações da salinidade consequentes da elevação do nível do mar e/ou aumento da pluviosidade. Embora os sistemas fisiológicos mantenham o meio interno razoavelmente constante sob condições ideais de pH, temperatura, salinidade, etc, níveis subótimos dessas variáveis ambientais podem romper as reações químicas básicas e causar alterações das funções fisiológicas. Propõe-se avaliar o efeito sinérgico de alterações climáticas futuras baseadas em previsões do IPCC (2013) sobre aspectos da fisiologia de caranguejos do gênero Uca coletados na Estação Ecológica Juréia-Itatins. O local possui grande biodiversidade de decápodos que ocupam áreas entre-marés, costões rochosos, mangues e estão sujeitos a inundações decorrentes do aumento do nível do mar, o qual pode provocar alterações na salinidade. As espécies escolhidas, Uca vocator e Uca mordax, são representativas do local e possíveis indicadoras de mudanças climáticas devido à sua sensibilidade a alterações abióticas como, por exemplo, densidade populacional que varia sazonalmente e distribuição espacial em função da salinidade. Os mecanismos fisiológicos serão investigados em animais mantidos em laboratório e expostos durante cinco dias a 40 tratamentos resultantes da combinação de diferentes níveis de pH (8,0 e 7,2), temperatura (20, 25, 30 e 40oC) e salinidade (25, 30, 35, 40 e 45). Serão investigados o metabolismo, osmorregulação, excreção de amônia, substrato energético oxidado, concentração de glicose na hemolinfa, índices hepatossomático e gonadossomático e conteúdo energético do hepatopâncreas e gônadas. A escassez de informações sobre os efeitos das alterações climáticas futuras sobre a fisiologia dos animais marinhos é um dos principais desafios a serem sanados e esse estudo poderá contribuir para conhecimento do impacto das variações ambientais sobre a biodiversidade de caranguejos do gênero Uca. (AU)
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