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Efeitos da obesidade materna na farmacocinética do misoprostol vaginal durante a indução do trabalho de parto

Processo: 14/19822-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2015 - 31 de janeiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Ricardo de Carvalho Cavalli
Beneficiário:Ricardo de Carvalho Cavalli
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Geraldo Duarte ; Vera Lúcia Lanchote
Assunto(s):Farmacocinética  Obesidade  Mulheres  Gravidez  Misoprostol  Glicoproteína P 

Resumo

A obesidade atingiu proporções epidêmicas no mundo. Mais de 40% das mulheres grávidas que estão iniciando a gravidez, atualmente, são obesas ou estão com sobrepeso. Mulheres obesas são mais propensas a complicações médicas, cirúrgicas e obstétricas, tais como maiores índices de indução do trabalho de parto e falha na indução. O misoprostol é um análogo sintético da prostaglandina E1 usado para a indução do trabalho de parto. O presente trabalho visa avaliar a influência da obesidade materna na farmacocinética do misoprostol em parturientes. O estudo também abrange a avaliação da distribuição transplacentária do ácido misoprostólico e sua concentração no líquido amniótico e leite materno. Serão investigadas 140 parturientes, distribuídas em quatro grupos: 35 não obesas; 35 com obesidade grau 1; 35 com obesidade grau 2; 35 com obesidade mórbida. Em todas as parturientes serão estudados o genótipo, o polimorfismo e a expressão da P-gp e em 10 parturientes de cada grupo será estudada, também, a farmacocinética e transferência placentária do misoprostol. Após a internação e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e antes da administração do comprimido de misoprostol 25µg via vaginal, o pH vaginal será medido e amostras seriadas de sangue serão coletadas nos tempos zero, 1, 2, 5, 10, 20, 30, 45, 60, 120, 240, 300, 360 minutos. No momento da resolução da gestação, será coletado sangue materno e fetal para determinar o genótipo e a taxa de transferência placentária. Serão coletadas, também, alíquotas de sangue do espaço interviloso, líquido amniótico e leite materno. Após a coleta das amostras biológicas, serão realizadas análises cromatográficas para determinação das concentrações plasmáticas do ácido misoprostólico e, consequentemente, avaliação dos parâmetros farmacocinéticos e da taxa de transferência placentária. Os SNPs do gene MDR1, relacionados a alterações de função da P-gp, serão genotipados através da reação da polimerase em cadeia em tempo real utilizando os ensaios de discriminação alélica. A expressão placentária do mRNA do gene ABCB1 e de seu produto, a glicoproteína-P (coleta do sincitiotrofoblasto), será analisada através das técnicas de RT-PCR e imunohistoquímica (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
DE OLIVEIRA FILGUEIRA, GABRIELA CAMPOS; PINTO RODRIGUES, GRAZIELLE DE FATIMA; DE LIMA BENZI, JHOHANN RICHARD; BALTHAZAR NARDOTTO, GLAUCO HENRIQUE; MARQUES, MARIA PAULA; LANCHOTE, VERA LUCIA; CAVALLI, RICARDO CARVALHO. Determination of misoprostol acid in plasma samples by UPLCMS/MS with application in a maternal-fetal pharmacokinetic study following a low misoprostol dose vaginally to induce labor. Journal of Pharmaceutical and Biomedical Analysis, v. 202, AUG 5 2021. Citações Web of Science: 0.

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