| Processo: | 14/15129-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Daniela Cardoso Umbelino Cavallini |
| Beneficiário: | Daniela Cardoso Umbelino Cavallini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Pesquisadores associados: | Alexandra Ivo de Medeiros ; Bruce A. Vallance ; Elizeu Antonio Rossi ; Luis Caetano Martha Antunes ; Luis Carlos Spolidorio ; Raquel Bedani Salvio |
| Assunto(s): | Colite ulcerativa Bactérias láticas Probióticos Alimentos fermentados Soja Microbioma gastrointestinal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bactérias láticas | Colite ulcerativa | Microbiota | probioticos | produto fermentado de soja | Pesquisa em probióticos |
Resumo
O uso de determinadas cepas de bactérias láticas vem sendo apontado como uma possível, e promissora, abordagem terapêutica na diminuição do risco de doenças inflamatórias intestinais, mais precisamente na colite ulcerativa. Esse trabalho tem como objetivo estudar a eficácia da ingestão diária de cepas de bactérias láticas comensais, potencialmente probióticas, isoladas das fezes dos animais em estudo, em diferentes estágios da colite induzida em camundongos e investigar os possíveis mecanismos associados. Para efeito de comparação serão também investigados os efeitos de uma bebida à base de soja probiótica - fermentada com Enterococcus faecium CRL 183 e Lactobacillus helveticus 416 e com adição de Bifidobacterium longum ATCC 15707 - e de cepas puras dos mesmos microrganismos probióticos. A colite será induzida quimicamente, pela administração de dextran sulfato de sódio a 3%, e serão investigados dois estágios da colite: aguda (14 dias) e crônica (28 dias). Os animais serão distribuídos aleatoriamente em cinco grupos (n=10): Grupo C: animais sadios que não receberão os produtos em estudo; Grupo CL: animais com colite e que não receberão os produtos em estudo; Grupo CLC: animais com colite e que receberão uma mistura de cepas probióticas (E. faecium CRL 183, L. helveticus 416 e B. longum ATCC 15707); Grupo CLF: animais com colite e que receberão o produto fermentado (E. faecium CRL 183, L. helveticus 416 e B. longum ATCC 15707); Grupo CLP: animais com colite e que receberão uma mistura de cepas isoladas das fezes de cada animal doador (tratamento individualizado). As bactérias láticas isoladas das fezes dos animais serão submetidas à determinação de resistência gastrintestinal, sensibilidade a antibióticos e identificação da espécie/cepa por técnicas de biologia molecular. Ao longo do período experimental serão monitorados os seguintes parâmetros: índice de atividade da doença, concentração de ácidos graxos de cadeia curta nas fezes e composição da microbiota fecal por técnicas independentes de cultivo. Ao final de cada fase da colite, os animais serão eutanasiados e o intestino grosso será removido para realização da análise histológica e imunohistoquímica do cólon, determinação da concentração de citocinas (IL-1², IL-6, IL-10, IL12, TGF- ² e TNF-±) análise de marcadores bioquímicos (atividade da enzima MPO, MDA e ON) e expressão de proteínas (ZO1, Claudina 1, 2, 3 e Ocludina). (AU)
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