| Processo: | 14/50294-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Acordo de Cooperação: | University of Manchester |
| Pesquisador responsável: | Arnaldo Lopes Colombo |
| Beneficiário: | Arnaldo Lopes Colombo |
| Pesquisador Responsável no exterior: | DAVID DENNING |
| Instituição Parceira no exterior: | University of Manchester , Inglaterra |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Vinculado ao auxílio: | 12/19100-2 - Avaliação da atividade angiogênica e anti-tumoral do secretoma de Aspergillus fumigatus, AP.R |
| Assunto(s): | Aspergilose pulmonar Aspergillus fumigatus Virulência Diagnóstico clínico Transcriptoma Metaboloma |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Medicina |
Resumo
Aspergillus fumigatus é um fungo patogênico ao homem que pode causar aspergilose pulmonar aguda angioinvasiva (IA) com elevadas taxas de mortalidade em pacientes imunodeprimidos, e aspergilose pulmonar crônica (CPA) em indivíduos imunocompetentes, com lesões pulmonares prévias. Apesar de o Brasil ser um país endêmico para tuberculose, a principal doença de base associada ao desenvolvimento de CPA, pouco se sabe sobre esta micose em nosso país. Dados iniciais do nosso laboratório sugerem que o secretoma de cepas de A. fumigatus isolados de diferentes formas clínicas têm diferenças expressivas em sua composição. Nossa hipótese de trabalho é que o microambiente pulmonar nas diferentes formas clínicas desta micose estimula diferentes vias de sinalização celular que levam à expressão de fatores de virulência em A. fumigatus. Para consolidar estes achados, nossa colaboração entre UNIFESP-FAPESP e Universidade de Manchester permitirá: (i) definir protocolos diagnósticos e de atendimento clínico a pacientes com CPA para estruturarmos o Registro Brasileiro de CPA, onde avaliaremos o impacto desta micose em nossos hospitais e coletaremos material para investigação; (ii) estabelecer novas estratégias para analisar diferenças nas vias de sinalização e expressão de virulência nas cepas de A. fumigatus, incluindo análise de transcriptoma e metaboloma; (iii) estabelecer um grupo multidisciplinar de trabalho com a participação de pesquisadores de ambas as instituições para conduzir pesquisas sobre a patogenia de aspergilose pulmonar; (iv) divulgar conhecimentos sobre patogenia, aspectos clínicos e terapêuticos de CPA para profissionais, estudantes e pesquisadores de centros médicos de referência em São Paulo. Esta colaboração permitirá ganhos importantes para o estudo de patogenia de CPA e fatores de virulência de A. fumigatus, abrindo oportunidades para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas para esta micose. (AU)
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