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Potential effects of 6 vs 12-weeks of physical training on cardiac autonomic function and exercise capacity in COPD

Processo: 15/01225-1
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de abril de 2015 - 31 de maio de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Audrey Borghi e Silva
Beneficiário:Audrey Borghi e Silva
Instituição Sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Fisioterapia  Exercício físico  Variabilidade da frequência cardíaca  Reabilitação  Doença pulmonar obstrutiva crônica  Sistema nervoso autônomo  Publicações de divulgação científica  Artigo científico 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Dpoc | exercício físico | fisioterapia | Reabilitação | Sistema Nervoso Autonômico | Variabilidade da Freqüência Cardíaca | Fisioterapia Cardiopulmonar

Resumo

Contrastar os efeitos potenciais de um programa de treinamento físico (PTF), por 6 versus 12 semanas de duração, sobre a modulação autonômica cardíaca pela variabilidade da frequência cardíaca linear e analise não-linear (VFC) e índices de capacidade de exercício em pacientes com DPOC moderada a grave. Vinte pacientes com DPOC foram aleatoriamente designados para um grupo de treinamento (n = 10) ou um grupo controle (n = 10). A VFC em repouso e durante teste submáximo foi determinada por índices lineares (rMSSD e SDNN) e não-lineares [SD1, SD2 e entropia da amostra (SE)]. Além disso, as principais respostas foram obtidas durante o teste de esforço cardiopulmonar (CPX), distancia percorrida durante o teste de caminhada de seis minutos e testes de velocidade constante submáxima (CST). O PTF consistiu de 30 minutos de exercício aeróbio em esteira, três vezes por semana em 70% da velocidade pico do CPX. Os pacientes foram avaliados no início do estudo, 6 e 12 semanas. Houve melhora significativa nos índices de VFC, DP, assim como, outras respostas fisiológicas foram observados depois de 6 semanas de PTF e mantido até 12 semanas (P <0,05). No entanto, após 12 semanas, o índice SD1 demonstrou uma melhora adicional em comparação com 6 semanas (P <0,05). O consumo de oxigênio e a produção de dióxido de carbono pico melhorou somente após 12 semanas (p <0,05). Curiosamente, o delta da 6 semana-basal (6ª-basal) da DP, SDNN e SE foram significativamente maiores do que a variação 12-6 semana (P <0,05). Conclusão: Os resultados indicam que as alterações benéficas na modulação autonômica cardíaca em conjunto com a melhoria da capacidade funcional submáxima ocorrer nas primeiras 6 semanas de PTF em DPOC de moderada a grave. (AU)

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