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Salvamento miocárdico após angioplastia de resgate: avaliação por ressonância magnética

Resumo

A doença aterosclerótica é responsável por um terço dos óbitos ocorridos anualmente, além de ser uma das principais causas de comorbidades. Embora a aterosclerose seja por si só uma doença benigna, ela frequentemente leva a complicações como o infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST. A angioplastia de resgate é indicada caso ocorra falha da terapia trombolítica administrada neste cenário. Contudo, os benefícios em termos de redução da taxa de mortalidade e da quantidade de miocárdio efetivamente salvo não são bem estabelecidos. O desenvolvimento de novas ferramentas, entre elas a ressonância magnética cardíaca, para identificar a área miocárdica em risco e infartada elevaram a acurácia diagnóstica. Entretanto, diferentemente do contexto da angioplastia primária, pouco se sabe sobre a relação entre o fluxo coronário epicárdico e microvascular após a angioplastia de resgate e a área de miocárdio salva. O objetivo deste estudo será avaliar se existe relação entre tais fluxos e a área de miocárdio salva identificada pela ressonância magnética. Ao término desta pesquisa, esperamos contribuir com um maior conhecimento sobre o fluxo coronariano e sua relação com a quantidade de músculo cardíaco salvo após a angioplastia de resgate. Esta é uma importante informação que poderá ajudar a entender quais casos mais se beneficiam da angioplastia de resgate. (AU)

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