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Eficácia e segurança da terapia com células-tronco em modelos de lesão renal

Processo: 14/50833-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2015 - 31 de março de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Convênio/Acordo: CONFAP ; Newton Fund, com FAPESP como instituição parceira no Brasil ; MRC, UKRI
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Beneficiário:Niels Olsen Saraiva Câmara
Pesq. responsável no exterior: Patricia Murray
Instituição no exterior: University of Liverpool, Inglaterra
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Células-tronco mesenquimais 
Publicação FAPESP:https://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/fapesp_uk_UkbWpMB_114_114.pdf

Resumo

A prevalência de doença renal crônica terminal (DRCT) aumentou dramaticamente na última década e ela é agora reconhecida como um problema de saúde pública em todo o mundo com grande impacto social e econômico. Na DRCT, a diálise ou transplante renal são as únicas opções de tratamento apresentando significativa morbidade e mortalidade. Assim, novas intervenções que previnam ou retardem o aparecimento da DRCT são importantes para lentificar o agravamento da doença, a atrofia do epitélio glomerular e tubular, a fibrose e um consequentemente reduzir taxa de filtração glomerular (TFG). A progressão da doença é um fenômeno bem documentado em humanos e em vários modelos animais, incluindo a isquemia reperfusão (IR) e adriamicina (ADR) modelos de lesão induzidas por usaremos neste projeto. Nos últimos anos, vários estudos têm mostrado que as terapias baseadas em células-tronco, células-tronco derivadas de rins (KSCS) e tronco mesenquimais ou células do estroma (CTMs) podem ter efeitos benéficos quando administrado a roedores com doenças renais. Embora animadores, esses estudos têm coletivamente as seguintes deficiências, que devem ser consideradas antes de tais terapias poderiam ser usados na clínica: (i) a variabilidade no desenho do estudo: enormes diferenças de tipos de células, os regimes de dosagens, vias de administração e modelos de doenças e tipos de análises utilizadas, torna difícil a comparação entre os estudos e, consequentemente, não é possível dizer que (se houver) quais terapias baseadas em células seriam a mais adequada para o uso clínico; (ii) possíveis problemas de segurança: por razões ligadas às limitações das tecnologias de imagem in vivo, a medida em que as células administradas integram órgãos não- alvo e tecidos tende a não ser abordada, o que impede qualquer tentativa de monitorar os potenciais efeitos adversos das células sobre os tecidos circundantes, como por exemplo, a inflamação, fibrose, mal diferenciação ou tumorigênese; (iii) falta de conhecimento sobre mecanismo: a maioria dos casos, não é clara a forma como as células-tronco administrados amenizam os danos nos rins. O conhecimento dos mecanismos envolvidos pode permitir a tais terapias de ser melhorada ou refinada de modo a que eles sejam mais eficazes e mais seguros no futuro. (AU)

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