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Efeitos da administração perineural da associação de dexmedetomidina e ropivacaína 0,75% em bloqueios dos nervos isquiático e femoral guiados por ultrassom e por neuroeletroestimulação em cães

Resumo

Associações de anestésicos locais com adjuvantes vêm sendo estudadas com o intuito de melhorar a qualidade e segurança do bloqueio anestésico periférico. O estudo tem como objetivo investigar os efeitos da administração de dexmedetomidina, administrada pela via perineural ou sistêmica, associado ao bloqueio dos nervos isquiático e femoral com ropivacaína 0,75% em cães. Serão utilizados sete cães da raça Beagle, machos e fêmeas, com idade entre 2 e 4 anos e pesando entre 5 e 15 quilos. Cada cão participará de três grupos experimentais: administração perineural de ropivacaína 0,75% sobre os nervos supracitados (0,1mL/kg/nervo) e intramuscular de salina (0,2mL/kg) (GCON); administração perineural de dexmedetomidina diluída (1µg/mL) em ropivacaína 0,75% sobre os nervos supracitados (0,1mL/kg/nervo) e intramuscular de salina (0,2mL/kg) (GDPN); administração perineural de ropivacaína 0,75% sobre os nervos supracitados (0,1mL/kg/nervo) e intramuscular de dexmedetomidina diluída (1µg/kg) em salina (0,2mL/kg) (GDIM). Os bloqueios serão realizados sob anestesia geral inalatória e guiados por ultrassonografia e neuroeletroestimulação. Posteriormente, os animais serão mantidos acordados. As frequências cardíaca e respiratória, pressão arterial sistólica e temperatura retal serão avaliadas previamente a indução (TB), no início da recuperação anestésica (T0) e a cada 15 minutos até 240 minutos. As atividades motora e sensitiva serão avaliadas em TB, T0¬, cinco e 15 minutos após T0 e a cada 15 minutos até o término do bloqueio motor e sensitivo. A hemogasometria venosa central, lactato sanguíneo e glicemia serão avaliadas em TB e 30, 90, 165 e 240 minutos após T0. Após 24 e 72 horas, as atividades motora e sensitiva serão reavaliadas. (AU)