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A encyclopédia viva da moderna cultura cafeeira no Brasil: a Estação Experimental de Café de Botucatu e a ciência na cafeicultura nacional (1889-1945)

Processo: 14/25790-7
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil
Vigência: 01 de março de 2015 - 29 de fevereiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Pesquisador responsável:Cristina de Campos
Beneficiário:Cristina de Campos
Instituição Sede: Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Ciência e tecnologia  Cafeicultura  Café  Brasil República  História social  Sociedades científicas  Livros  Publicações de divulgação científica 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Brasil republicano | café | cafeicultura | Ciência e Tecnologia | Getúlio Vargas | Instituições e Sociedades Científicas - Brasil | História Social da Ciência e Tecnologia

Resumo

O processo de modernização da agricultura no Brasil - caracterizado pelo aprimoramento dos métodos utilizados na produção, mecanização, pela qualificação da mão-de-obra agrária e expansão dos mercados consumidores - pode ser visto como algo em andamento. A sua inserção no mercado global e a introdução do agrobusiness podem comprovar tal afirmativa, revelando o quão fluído é o cenário dessas mudanças. As bases para que tais mudanças fossem estabelecidas podem ser constatadas, sendo o período compreendido entre os anos de 1930 e 1970 de fundamental importância neste processo. Diversos órgãos foram criados para fomento de pesquisas relativas aos produtos agrícolas, destacando-se, no início da década de 1930, as Estações Experimentais. No caso particular da cafeicultura brasileira, as estações experimentais podem ser consideradas como uma das medidas adotadas pelo governo brasileiro contra os efeitos da crise de 1929. Problemas relacionados à superprodução, a baixa qualidade do produto e ao crescimento da concorrência internacional demandavam um novo olhar para o setor, onde mudanças relacionadas à política econômica não bastariam, havendo também a necessidade do aprimoramento da produção. Neste trabalho, toma-se o caso da Estação Experimental de Café de Botucatu (E.E.C.B.), interior de São Paulo, como componente deste processo irreversível, onde pesquisa aplicada e tecnologia passam a ser vistas como imprescindíveis à resolução da crise que se abatia na cafeicultura e ao desenvolvimento agrário brasileiro. (AU)

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