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Equipamento multiusuário concedido junto ao projeto temático 2013/16930-7: analisador termogravimétrico TGA/DSC

Processo: 14/23216-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários
Vigência: 01 de junho de 2015 - 31 de maio de 2017
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química
Pesquisador responsável:Edson Antonio Ticianelli
Beneficiário:Edson Antonio Ticianelli
Instituição-sede: Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/16930-7 - Eletrocatálise V: processos eletrocatalíticos de interconversão entre as energias química e elétrica, AP.TEM
Assunto(s):Eletroquímica 
As informações de acesso ao Equipamento Multiusuário são de responsabilidade do Pesquisador responsável
Página web do EMU: Página do Equipamento Multiusuário não informada
Tipo de equipamento:Caracterização de Materiais - Propriedades Físicas - Térmicas (calorimetria)
Fabricante: Fabricante não informado
Modelo: Modelo não informado

Resumo

Através de análise térmica diferencial (DTA) e calorimetria diferencial de varredura (DSC), pode-se acompanhar os efeitos de calor associados com alterações físicas ou químicas da amostra, tais como transições de fase (fusão, ebulição, sublimação, congelamento, inversões da estrutura cristalina) ou reações de desidratação, dissociação, decomposição, óxido-redução, etc. capazes de causar variações de calor. Em geral, transições de fase, fusão, dessorção, desidratação, reduções e certas reações de decomposição produzem efeitos endotérmicos (DH>0), enquanto que cristalizações, adsorção, oxidações, algumas reações de decomposição (degradação oxidativa, óxido-redução, estado sólido) produzem efeitos exotérmicos (DH<0). O DSC é preferido para medir valores de taxa de fluxo de calor e entalpia. O DTA pode ser usado para estimar valores de DH quando necessário requerendo uma calibração específica para correta conversão da área de pico em entalpia. Essa técnica é mais adequada para temperaturas mais elevadas e ambientes mais agressivos onde o DSC não pode ser utilizado. DSC é ideal para se obter informações quantitativas acerca das transformações decorrentes das mudanças de temperatura. Já o DTA é mais indicado para informações qualitativas. Quanto ao uso no projeto e também de forma geral, esclarecemos que a técnica pode ser usada em todas as áreas que envolvem a preparação de catalisadores/materiais, particularmente quando envolvem tratamentos térmicos. Este é o caso da nova linha de pesquisa do Grupo onde ser almeja o desenvolvimento de materiais a serem utilizados em células a combustível de óxidos sólidos (SOFC). Condições apropriadas dos tratamentos térmicos envolvendo calcinação, sinterização e densificação serão determinadas por termogravimetria, análise térmica diferencial e calorimetria diferencial de varredura. (AU)