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A influência da tradição na tradução e interpretação de Isaías 52.13-53.12

Processo: 15/05490-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil
Vigência: 01 de junho de 2015 - 31 de maio de 2016
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras
Pesquisador responsável:Reginaldo Gomes de Araújo
Beneficiário:Reginaldo Gomes de Araújo
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Tradição  Interpretação 

Resumo

Esta pesquisa procura analisar a influência da tradição na tradução e interpretação da perícope de Isaías 52.13-53.12. Inicialmente esta pesquisa discute a teoria de Eugene A. Nida, que tem sido a principal teoria nas discussões de tradução da Bíblia. Juntamente com a análise da teoria de Nida analisou-se também as principais discussões sobre tradução de outras vertentes acadêmicas e o uso das mesmas pelas principais tradições religiosas: judaicas, católicas e protestantes. Por meio de estudo de casos específicos de tradução dessas diversas correntes religiosas analisou-se as influências teológicas na tradução de textos tais como Isaías 14.12 na tradição protestante, Isaías 9.5-6 na tradição judaica. A pesquisa abordou o uso da paráfrase como meio utilizado pelas tradições religiosas para defender suas doutrinas em textos sensíveis da Bíblia Hebraica, bem como o poder da tradição interpretativa como interferência na produção de traduções alinhadas as posições teológicas das respectivas tradições. A pesquisa procura delinear de forma breve a história dos princípios de interpretação da tradição cristã e do judaísmo rabínico. As principais versões produzidas por essas tradições interpretativas: LXX, Vulgata, Targum e Peshita foram expostas como produtos dessas tradições interpretativas e a perícope de Isaías 52.13-53.12 nessas antigas versões e no Novo Testamento, também como produtos de influência das diferentes tradições interpretativas do cristianismo e do judaísmo rabínico. Por fim, o trabalho busca mostrar como o texto da perícope de Isaías 52.13-53.12 foi tratado nas fontes antigas do judaísmo rabínico e do cristianismo e os efeitos dessas tradições interpretativas em duas versões modernas da Bíblia Hebraica. A de linha judaica conhecida como Bíblia Hebraica da Editora e Livraria Sêfer e a de linha protestante denominada Nova Bíblia Viva. (AU)

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