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Aterosclerose coronária subclínica em indivíduos com acidente vascular cerebral isquêmico por aterotrombose cervicocefálica e em indivíduos sem doença cerebrovascular

Processo: 14/03950-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2015 - 30 de setembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Adriana Bastos Conforto
Beneficiário:Adriana Bastos Conforto
Instituição-sede: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Cesar Higa Nomura ; Claudia da Costa Leite ; Danielle de Sá Boasquevisque ; Edson Bor-Seng-Shu ; Gisele Sampaio Silva ; Maria da Graça Morais Martin ; Raul Dias dos Santos Filho
Assunto(s):Neurologia  Transtornos cerebrovasculares  Acidente vascular cerebral  Coronariopatia  Aterosclerose 

Resumo

As doenças vasculares representam a primeira causa de morte no Brasil. Enquanto o infarto do miocárdio é causado por aterosclerose coronária em quase 100% dos casos, o acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) é causado por aterosclerose em artérias cervicais (artéria carótida interna, artéria vertebral) ou artérias intracranianas apenas até 20-40% dos doentes. Doentes com AVCI causado por aterosclerose comprometendo a artéria carótida interna em sua porção cervical frequentemente apresentam aterosclerose coronária subclínica, que contribui de forma significativa para a mortalidade em longo prazo. Contudo, existem poucas informações sobre aterosclerose intracraniana sintomática e aterosclerose coronária subclínica. Um método diagnóstico de avaliação de aterosclerose coronária subclínica é o escore de cálcio coronariano de Agatston, que quantifica placas de cálcio nas artérias coronárias. O principal objetivo deste projeto é comparar escores de cálcio coronariano em três grupos de indivíduos sem coronariopatia sintomática: com AVCI por aterosclerose carotídea cervical, com AVCI por aterosclerose intracraniana, e sem AVCI. Esperamos encontrar escores de cálcio significantemente mais altos, tanto no grupo de pacientes com AVCI por aterosclerose carotídea cervical quanto no grupo com aterosclerose intracraniana, em comparação ao grupo sem AVCI. Esse projeto dará início a uma linha de investigação da relação entre coronariopatia e doença cerebrovascular, altamente relevante em nosso país. (AU)