| Processo: | 15/03700-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Maria José Soares Mendes Giannini |
| Beneficiário: | Maria José Soares Mendes Giannini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Pesquisadores associados: | Ana Marisa Fusco Almeida |
| Assunto(s): | Micologia Paracoccidioides Paracoccidioidomicose Galleria mellonella Caenorhabditis elegans Virulência Interações hospedeiro-patógeno Antifúngicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | C | elegans | Galleria mellonella | Paracoccidioides spp | Virulência | Micologia |
Resumo
A paracoccidiodomicose (PCM) é micose causada por fungos do gênero Paracoccidioides spp, endêmica nas Américas do Sul, Central e México. Essa micose tem importância clínica cada vez maior, em razão do aumento de sua frequência, da gravidade de suas formas anátomo-clínicas e das taxas de mortalidade. A PCM é causada por fungos termodimórficos, os quais se encontram na forma miceliar e ou leveduriforme, respectivamente em a natureza e no hospedeiro. O gênero Paracoccidioides é composto por duas espécies, P. brasiliensis e P. lutzii, sendo que a primeira pode ser dividida em três espécies filogenéticas denominadas S1, S2, PS3. O uso de mamíferos em pesquisa científica sempre foi um assunto preocupante e as exigências éticas e as boas práticas de laboratório são cada vez maiores. Galleria mellonella e Caenorhabditis elegans têm sido utilizados para estudar a virulência de microrganismos, eficácia de antifúngicos, além disso, a conservação evolucionária do sistema imunológico existente entre mamíferos e entre esses novos modelos invertebrados, é mais um fator que apoia sua utilização. Devido à sua importância na invasão da célula hospedeira, adesinas são intensamente investigadas por se constituírem também potencial alvo para intervenção terapêutica (fármacos e/ou vacinas). Nesse estudo, pretende-se avaliar o processo de interação fungo-hospedeiro das duas espécies de Paracoccidioides empregando modelos de invertebrados, com ênfase ao estudo de sua virulência, respostas imunológicas e ao tratamento por antifúngicos convencionais e novas substâncias. No modelo C. elegans avaliar-se-á a ativação de rotas imunológicas ativadas por Paracoccidioides e pelas proteínas gp43 e de 30 kDa (14-3-3), além dos peptídeos imunogênicos oriundos dessa última. (AU)
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