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Estudo da prevalência da síndrome de pernas inquietas, comprometimentos cognitivos e da qualidade de vida em adolescentes com fibromialgia

Processo: 13/18909-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2015 - 30 de junho de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Tratamento e Prevenção Psicológica
Pesquisador responsável:Claudio Arnaldo Len
Beneficiário:Claudio Arnaldo Len
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Flávia Heloísa dos Santos ; Gustavo Antonio Moreira ; Maria Teresa de Sande e Lemos Ramos Ascensão Terreri
Assunto(s):Síndrome das pernas inquietas  Sono  Cognição  Deficiência de ferro  Fibromialgia  Qualidade de vida  Adolescentes 

Resumo

Síndrome das pernas inquietas (SPI) é caracterizada por sensação desagradável nas pernas e/ou impulso incontrolável para movê-las. Pode ocorrer entre aqueles que sofrem de doenças articulares e musculares como a fibromialgia (FM). A FM é caracterizada por dor difusa crônica/recorrente, especialmente em pontos dolorosos pré-determinados e possui um componente afetivo emocional. A hipótese é que a SPI prevaleça em meninas e que nos pacientes com FM se observem outras alterações de sono e declínio cognitivo (memória e atenção). Nossos resultados poderão ter influência no paradigma de assistência em ambulatórios especializados no acompanhamento de crianças e adolescentes com dor, contribuindo para uma abordagem mais efetiva e com mais chances de sucesso. Objetivos: Investigar a frequência da SPI em adolescentes com e sem FM. Verificar se há um padrão de alterações de sono nos adolescentes com FM, se eles exibem prejuízos nas funções cognitivas e na qualidade de vida. Serão também traduzidos os Pediatric Restless Legs Syndrome Severity Scale e Parent Questionnaire. Casuística e métodos: Serão avaliados em estudo transversal controlado 58 adolescentes com idades entre 12-16 anos, do sexo feminino, dispostos em dois grupos: "dor" (n=29) diagnosticados com FM há pelo menos 6 meses, e grupo controle (n=29) aparentemente saudáveis sem queixas de dor. Todos realizarão avaliação clínica, anamnese, testes neuropsicológicos, exames de polissonografia e de análises clínicas. Na metodologia serão combinadas diferentes abordagens: laboratoriais, neurofisiológicas e cognitivas, que podem ser úteis à confirmação diagnóstica e disponibilizar mais informações a respeito dos impactos provocados por estas síndromes. (AU)