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Avaliação da densidade óssea e microarquitetura óssea em pacientes transplantados cardíacos

Processo: 14/21239-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2015 - 31 de maio de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Fabiana Goulart Marcondes Braga
Beneficiário:Fabiana Goulart Marcondes Braga
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiologia  Transplante de coração  Metabolismo ósseo  Densidade óssea  Vitamina D  Biomarcadores  Osteoporose 

Resumo

O transplante cardíaco é reconhecido como o melhor tratamento para insuficiência cardíaca refratária. Com a melhora da sobrevida dos pacientes transplantados, observou-se aumento da incidência de complicações relacionadas ao procedimento, como a osteoporose e sua principal complicação, as fraturas por fragilidade. A proposta do presente estudo é avaliar a perda de massa óssea, as alterações na microarquitetura óssea e a incidência de fraturas vertebrais após o transplante cardíaco. Avaliaremos fatores preditores para perda de massa óssea e fraturas, no sentido de reconhecer os pacientes de risco que devem ser tratados de forma mais agressiva para osteoporose e assim evitar tratamentos desnecessários que podem ser acompanhados de eventos adversos. Serão incluídos pacientes adultos submetidos a transplante cardíaco no Instituto do Coração (HCFMUSP) no período de dezoito meses. Critérios de exclusão: idade menor do que 18 anos na data do transplante; transplante de múltiplos órgãos; retransplante. Programado inclusão de 40 pacientes.Metodologia: Estudo prospectivo observacional. Serão avaliados nos tempos 0 (entrada no estudo), 6 e 12 meses após o transplante os seguintes dados: 1) dados clínicos e demográficos; 2) avaliação nutricional; 3) avaliação metabólica (incluindo coleta de ar exalado apenas no tempo 0); 4) avaliação do nível habitual de atividade física; 5) avaliação laboratorial, incluindo marcadores de metabolismo ósseo: P1NP (propeptídeo amino-terminal do pro-colágeno tipo I), CTX (telopeptideo carboxi-terminal do colágeno tipo I), 25-hidroxivitamina D, paratormônio e esclerostina; 6) densidade mineral óssea (DXA); 7) avaliação de fratura vertebral pela DXA; 8) avaliação da microarquitetura óssea, realizada através do equipamento de Tomografia Computadorizada Quantitativa Periférica de Alta Resolução (HRpQCT) modelo XtremeCT (SCANCO Medical AG). (AU)