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Visita técnica do Dr. Jeremy Allison, para discussão e contribuição em projeto de pesquisa e participação em disciplina de tópico especiais no Programa de Pós-graduação em Entomologia agrícola da FCAV, especialista em entomologia florestal no Canadá

Processo: 15/04525-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 17 de janeiro de 2016 - 31 de janeiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Antonio Carlos Busoli
Beneficiário:Antonio Carlos Busoli
Pesquisador visitante: Jeremy Allison
Inst. do pesquisador visitante: University of Toronto (U of T), Canadá
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Entomologia  Semioquímicos  Manejo integrado de pragas  Entomologia florestal  Ecologia química  Intercâmbio de pesquisadores 

Resumo

As florestas de pínus são um importante recurso socioeconômico para o Brasil e ocupam 23,4% da área de florestas plantadas no país. Dentre os insetos-praga dessa cultura, a vespa-da-madeira Sirex noctilio (Hymenoptera: Siricidae), é a mais importante. É um inseto exótico que teve sua ocorrência relatada no país pela primeira vez na década de 80, estando presente atualmente em mais de 450.000 hectares. Para a detecção precoce dessa praga recomenda-se a utilização de árvores-armadilha. É uma prática eficiente, mas pode ser onerosa e sua utilização está ameaçada, já que para funcionar como armadilha, a árvore deve ser estressada por herbicida que teve sua comercialização interrompida. A alternativa proposta no projeto de pesquisa FAPESP no 2014/06585-3 é o estudo de armadilhas com iscas atrativas para a captura da vespa-da-madeira e consequente detecção e monitoramento da presença da praga. Para isso serão instalados experimentos em plantios de Pinus taeda para comparar a capacidade de captura da praga por diferentes tipos de armadilha (funil, funil modificado e painel); diferentes iscas naturais, formadas com toretes e acículas de quatro espécies de pínus (P. taeda, P. elliottii, P. patula e P. caribaea caribaea), e iscas artificiais formadas com voláteis de pínus (misturas de ± e ²-pineno). A partir dos resultados será possível a indicação da combinação ideal de armadilha e isca para as condições brasileiras, além de saber se as iscas artificiais disponíveis atualmente desempenham atração apropriada. Em estudos posteriores, será possível o conhecimento e isolamento das moléculas que desempenham tal atração, a partir da espécie de pínus que se destacar. Este projeto contará com a colaboração da Embrapa Florestas, da Klabin Florestal e da Natural Resources Canada/Canadian Forest Service. (AU)