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Associação entre a amplitude de dorsiflexão do tornozelo e a cinemática do membro inferior durante a corrida

Processo: 15/07176-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 26 de outubro de 2015 - 15 de novembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Fábio Viadanna Serrão
Beneficiário:Fábio Viadanna Serrão
Pesquisador visitante: Deborah A. Nawoczenski
Inst. do pesquisador visitante: University of Rochester (UR), Estados Unidos
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Reabilitação (terapêutica médica)  Fisioterapia  Ortopedia  Membros inferiores  Tornozelo   

Resumo

A diminuição da amplitude de dorsiflexão do tornozelo tem sido associada à presença de padrões de movimentos do quadril e joelho potencialmente lesivos para a articulação femoropatelar. Estudos prévios encontraram que a diminuição da amplitude de dorsiflexão do tornozelo, mensurada por meio de medidas clínicas, estava associada ao aumento do valgo dinâmico do joelho (movimento constituído pela adução e rotação medial do quadril e abdução do joelho). Por sua vez, o aumento do valgo dinâmico do joelho resulta no aumento do estresse femoropatelar. Porém, na literatura consultada, não foram encontrados estudos que tenham avaliado a associação entre a amplitude de dorsiflexão do tornozelo, obtida por meio de medidas clínicas, e a cinemática tridimensional do quadril, joelho e tornozelo durante a corrida. Assim, o objetivo do estudo é avaliar a associação entre a amplitude de dorsiflexão do tornozelo, obtida por meio de medidas clínicas realizadas sem e com o suporte do peso corporal, e a cinemática do quadril, joelho e tornozelo no momento do pico de dorsiflexão do tornozelo (na fase de apoio), assim como os picos desses movimentos durante a fase de apoio da corrida em esteira ergométrica. Além disso, é objetivo do estudo determinar em qual grau a amplitude de dorsiflexão do tornozelo mensurada clinicamente prediz a cinemática do membro inferior. Participarão do estudo 36 corredores sadios, de ambos os sexos. A mensuração da amplitude de dorsiflexão do tornozelo será realizada sem e com o suporte do peso corporal, e com o joelho em extensão completa (0 grau) e com 90º de flexão. Para a mensuração da amplitude de dorsiflexão do tornozelo serão utilizados goniômetro e inclinômetro analógico. Em seguida, será realizada a avaliação cinemática da corrida em esteira ergométrica utilizando o Qualisys Motion Capture System (Qualisys Medical AB, Suécia). As variáveis dependentes do estudo serão os ângulos de flexão, adução e rotação medial do quadril, de flexão e abdução do joelho e de eversão do retropé no momento do pico de dorsiflexão do tornozelo (na fase de apoio), assim como os picos desses movimentos durante a fase de apoio. Dependendo da distribuição dos dados, será utilizado o coeficiente de correlação de Pearson (caso tenha distribuição normal) ou Spearman para a avaliação da associação entre a amplitude de dorsiflexão do tornozelo medida sem e com o suporte do peso corporal (variáveis independentes) e os ângulos do quadril, joelho e tornozelo (variáveis dependentes). Todas as variáveis independentes encontradas como significativamente correlacionadas com as variáveis dependentes serão usadas num modelo de regressão múltipla stepwise para determinar a melhor combinação de variáveis preditivas. Para todos os testes estatísticos será adotado um nível de significância de 0,05. (AU)

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