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Uso de tocoferol na tentativa de recuperação da glândula parótida (CRL-7669) induzida a inflamação e ao estresse oxidativo

Processo: 15/05742-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2015 - 31 de agosto de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia
Pesquisador responsável:Eduardo José Caldeira
Beneficiário:Eduardo José Caldeira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ). Prefeitura Municipal de Jundiaí. Jundiaí , SP, Brasil
Assunto(s):Glândulas salivares  Glândula parótida  Tocoferóis  Diabetes mellitus  Estresse oxidativo 

Resumo

Atualmente 4,6 milhões de pessoas morrem em todo o mundo por causa do diabetes mellitus e suas complicações. Aproximadamente 10% dos casos são do tipo 1, entre esses, 90% ocorrem na infância, demonstrando a importância epidemiológica desta doença. O diabetes pode afetar diferentes tecidos, incluindo as glândulas salivares, que possuem características morfológicas semelhantes as do pâncreas. O diabetes mellitus está principalmente associado a reações inflamatórias e de estresse oxidativo, intensificadas principalmente pela ação de linfócitos e macrófagos presentes nos tecidos afetados pela doença. Estes processos parecem ser comuns em todos os tecidos lesados, como consequência do efeito autoimune e da hiperglicemia que potencializam a produção de espécies reativas de oxigênio (EROs). As EROs podem participar como um agente sinergista desta doença, além de ser um sinalizador da apoptose celular, da oxidação de proteínas, e da peroxidação lipídica, sendo que este último possui um papel importante na patogênese dessa doença. Por outro lado, a atividade antioxidante da vitamina E pode prevenir esses processos, especialmente as relacionadas ao estresse oxidativo, pois tem um papel significativo na proteção das membranas biológicas, bloqueando os danos provocados pelos radicais livres gerados por esta condição. Assim, o objetivo desse estudo é investigar os efeitos antioxidantes da tocoferol (vitamina E) frente aos processos inflamatórios e ao estresse oxidativo induzidos em células CRL-7669 (linhagem de células de glândula parótida). As linhagens celulares serão cultivadas em meio de Dulbecco modificado de Eagle (DMEM). Posteriormente, estas células serão induzidas ao processo inflamatório e ao estresse oxidativo para posterior terapia com o agente antioxidante proposto. Após o período experimental, as amostras serão analisadas para observar a evolução celular através de procedimentos de cultura de células e de imunoblotting, complementadas por PCR real time para a quantificação de fragmentos de DNA e RNA celular e pela reação de Dihydroetidio (DHE) para determinação do agente oxidante atuante (radical hidroxila, OH) (AU)