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Avaliação do emprego do fenoldopam na proteção renal em ratos submetidos à lesão renal por isquemia/reperfusão sob anestesia inalatória com isoflurano

Processo: 14/16308-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2015 - 30 de novembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Norma Sueli Pinheiro Módolo
Beneficiário:Norma Sueli Pinheiro Módolo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados:Marcela Marcondes Pinto Rodrigues ; Márjorie de Assis Golim
Assunto(s):Anestesiologia  Ratos  Anestésicos inalatórios  Reperfusão  Fenoldopam  Clonidina  Isquemia 

Resumo

Justificativa e Objetivo: A lesão de Isquemia / reperfusão renal é uma das principais causas da insuficiência renal aguda, comum no período perioperatório e em doentes críticos internados em unidades de terapia intensiva. O restabelecimento do fluxo sanguíneo pode agravar a lesão pelo mecanismo de isquemia e reperfusão (I/R). Os objetivos deste estudo são:avaliar possível proteção renal da pré-infusão do fenoldopam e da clonidina em modelo experimental de I/R em ratos anestesiados com isoflurano; acompanhar a função renal dos ratos com o emprego de biomarcadores precoces (NGAL, IL-18, KIM-1 e L-FABP) correlacionando-os com o critério de RIFLE determinado pelas dosagens de creatinina sérica e definir a presença de citocinas inflamatórias (MAPKS) no tecido renal por imuno-histoquímica empregando marcadores JNK, p38 e ERK.Método: Serão selecionados 40 ratos Wistar, alocados em quatro grupos aleatórios: Grupo Isquemia (nefrectomia direita, infusão de salina e manobras de I/R, n=10); Grupo Fenoldopam (nefrectomia direita, infusão de fenoldopam, 5µg.kg-1.min, infusão intravenosa uma hora antes do procedimento isquêmico e manobras de I/R, n=10); Grupo Sham (laparotomia e infusão de salina, n=10) e Grupo Clonidina (nefrectomia direita, clonidina por via oral, 150 ug / kg / dia / 2 dias e quatro horas pré-procedimento isquêmico , n = 10). Os animais serão anestesiados com isoflurano. Durante o procedimento experimental avaliaremos peso (P), frequência cardíaca (FC), pressão arterial sistólica (PAS), diastólica (PAD) e média (PAM), temperatura intraoperatória (T) nos momentos: M0 (monitorização inicial), M1 (momento inicial), M2 (após a reperfusão), M3 (2 horas após início da reperfusão), M4 (4 horas após início da reperfusão), M5 (6 horas após início da reperfusão), M6 (8 horas após início da reperfusão) e M7 (24 horas após M1). Dosagens plasmáticas de: NGAL, IL-18, KIM-1, L-FABP e creatinina serão realizadas nos momentos: M1, M2, M3, M4, M5, M6 e M7. Os animais serão alocados em gaiolas metabólicas para coleta de urina entre M3 e M7 e dosagens urinárias de NGAL, IL-18, KIM-1 e L-FABP. Os rins serão analisados histologicamente para determinação da necrose tubular aguda, avaliação de necrose e apoptose por citometria de fluxo e imuno-histoquímica (proteínas quinases ativadas pelo mitogeno-MAPK) JNK, p38 e ERK. (AU)