| Processo: | 15/10453-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Paulo Cezar Ceresini |
| Beneficiário: | Paulo Cezar Ceresini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ilha Solteira |
| Assunto(s): | Filogenia Fungos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adaptação ecológica | Filogenia de fungos | Plantas poáceas hospedeiras nativas | Potencial evolutivo dos fitopatógenos | Processos de especiação | Variação patotípica e grupos de virulência | Fitopatologia / Evolução de Fitopatógenos no Agroecossistema |
Resumo
O fungo Pyricularia oryzae tem distribuição mundial como patógeno do arroz, porém no último século surgiu como um importante patógeno do trigo no sul do Brasil e se espalhou por outros países na América do Sul. Nosso principal objetivo é descrever a emergência de uma nova espécie de Pyricularia constituída pela população adaptada ao trigo no Brasil. Nossa hipótese é de que os subgrupos Oryza e Triticum de Pyricularia oryzae são, de fato, espécies distintas e devem receber nomes diferentes. Além disso, nós propomos que as populações de P. oryzae que infectam trigo tiveram origem "de novo" de populações endêmicas do patógeno que infectam outras espécies de Poaceae nativas (invasoras de áreas de trigo) no Brasil , como resultado de saltos entre hospedeiros que levaram à especiação simpátrica. Para testar essas hipóteses, vamos conduzir uma análise filogenética em dez loci conservados de populações simpátricas de P. oryzae adaptadas ao arroz, ao trigo e a outros poáceas hospedeiras no Brasil, usando abordagens baseadas em análises Bayesianas e coalescentes. Na segunda parte desta pesquisa, temos como objetivo elucidar os vários passos para o processo de especiação simpátrica. Nós examinaremos o espectro de patogenicidade e a evolução de onze genes de virulência (Avr) de populações locais de P. oryzae de hospedeiros distintos. A aceitação da nossa hipótese de especiação simpática conduzirá, eventualmente, à descrição de uma nova espécie de Pyricularia nomeada Pyricularia tritici sp. nov. para acomodar as populações de Pyricularia patogênicas no trigo. (AU)
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