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O índice de risco do doador não prediz a sobrevida do enxerto após transplante de pâncreas no Brasil

Processo: 15/16186-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de outubro de 2015 - 31 de março de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Paulo Celso Bosco Massarollo
Beneficiário:Paulo Celso Bosco Massarollo
Instituição-sede: Hospital Central. Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Transplantes 

Resumo

O Índice de Risco do Doador (IRD) foi desenvolvido usando extensa casuística americana multicêntrica, com a finalidade de predizer o risco de evolução adversa em transplante de pâncreas com base em características próprias do doador e características técnicas\logísticas. Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a utilidade do IRD em prever a sobrevida do enxerto em uma população brasileira de receptores de transplante de pâncreas. Método: Foi realizada uma análise retrospectiva de 570 procedimentos realizados por uma mesma equipe cirúrgica entre 1996 e 2011. Devido à falta de dados suficientes para o cálculo do IRD, apenas 154 casos foram estudados (27%), dos quais 105 foram submetidos à transplante simultâneo de pâncreas e rim, 33 submetidos à transplante de pâncreas após o transplante renal, e 16 foram submetidos a transplante de pâncreas isolado. Causa da morte do doador foi classificada como acidente vascular cerebral (AVC) e não-AVC. Origem do enxerto foi dividida em 3 grupos: Local, se o enxerto foi obtido na região metropolitana de São Paulo; Regional, se advindo de outras cidades do Estado de São Paulo; e Nacional, se obtido fora do estado. Resultados: A análise de regressão logística não encontrou uma associação estatisticamente significativa entre os valores de IRD e sobrevida do enxerto de 1 ano (odds ratio = 0,676; 95% intervalo de confiança 0,152-3,014; p = 0,60). Sobrevida do enxerto em um ano calculada pelo método de Kaplan-Meier foi de 89,8% nos transplantes com DRId1, 77,9% naqueles com 1

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