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Estado nutricional relativo ao selênio em pacientes com imunodeficiências primárias: associação com estresse oxidativo e risco de aterosclerose

Processo: 15/13308-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2015 - 31 de outubro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Pesquisador responsável:Roseli Oselka Saccardo Sarni
Beneficiário:Roseli Oselka Saccardo Sarni
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Beatriz Tavares Costa Carvalho ; Sonia Hix
Assunto(s):Imunologia  Dislipidemias  Estado nutricional  Selênio  Ataxia telangiectasia 

Resumo

Ataxia Telangiectasia (A-T), Imunodeficiência Comum Variável (ICV) e Agamaglobulinemia Ligada ao X (XLA) são imunodeficiências primárias (IDP´s) que podem cursar com alterações endócrinas, estresse oxidativo e inflamação. Com os avanços nos protocolos de atendimento clínico, houve impacto positivo na sobrevida destes pacientes, surgindo assim preocupação com o risco para o desenvolvimento de outras doenças crônicas associadas, como a aterosclerose. Estudos sugerem que o selênio é um oligoelemento relacionado à proteção, frente ao dano causado pelo estresse oxidativo, especialmente nas células do sistema imunológico; postula-se, assim, que o consumo adequado reduza o risco de algumas doenças crônicas. O objetivo deste estudo é avaliar o estado nutricional relativo ao selênio em pacientes com ataxia telangiectasia, imunodeficiência comum variável e agamaglobulinemia ligada ao X. Serão avaliados, por meio de estudo transversal e controlado, os pacientes com diagnóstico de A-T (n=13), ICV (n=33) e XLA (n=6), de ambos os sexos, com idades entre 3 e 60 anos acompanhados na Disciplina de Alergia, Imunologia Clínica e Reumatologia do Departamento de Pediatria da UNIFESP/EPM. Serão realizadas as seguintes avaliações: socioeconômica, antropométrica, clínica, do consumo alimentar, do selênio sérico, da glutationa peroxidase, de biomarcadores de inflamação (PCRus e adiponectina) e de peroxidação lipídica (malondialdeído) e de biomarcadores do metabolismo lipídico relacionados ao risco de aterosclerose (perfil lipídico, apolipoproteínas A-1 e B, LDLox, mieloperoxidase e paraoxonase). (AU)

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