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Implantação de procedimentos de extração e quantificação de proteínas em plantas geneticamente modificadas pela técnica de ELISA (Enzyme Linked Immunono Sorbent Assay)

Processo: 14/22679-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de novembro de 2015 - 30 de novembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Janete Walter Moura
Beneficiário:Janete Walter Moura
Empresa:Tecam Tecnologia Ambiental Ltda
Município: São Paulo
Pesquisadores principais: Renata Ribeiro Do Val
Auxílios(s) vinculado(s):17/01673-0 - Implantação de procedimentos de extração e quantificação de proteínas em plantas geneticamente modificadas e proteínas alergênicas presentes em alimentos pela técnica de ELISA (Enzyme Linked ImmunonoSorbent Assay), AP.PIPE
Assunto(s):Análise de alimentos  Segurança alimentar  Reação em cadeia por polimerase (PCR)  Organismos geneticamente modificados  Soja  Milho 

Resumo

O Tecam Laboratórios é uma empresa nacional, que realiza um amplo escopo de análises nas áreas de físico-química, microbiologia, biologia molecular, toxicologia e ecotoxicologia. O laboratório é acreditado pelo INMETRO nas normas de qualidade segundo as Boas Práticas de Laboratório (BPL) e a ABNT NBR ISO/IEC 17025, além disso possui Certificado em Biossegurança (CQB) para trabalhar com Organismo Geneticamente Modificado (OGM). O laboratório de Biologia Molecular iniciou as atividades em 2001, graças ao apoio da FAPESP, oferecendo ao mercado de alimentos a análise de OGM em soja e milho pela técnica da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR). Desde 2006, o laboratório de físico-química realiza análise da composição química para estudos comparativos entre plantas OGM e plantas convencionais. Além disso, as empresas que desenvolvem os OGMs utilizam os serviços das áreas de toxicologia, ecotoxicologia e mutagenicidade. Com a chegada dos alimentos geneticamente modificados ao mercado surgiu a necessidade de realizar avaliação de segurança de organismos derivados da biotecnologia em relação a saúde do homem e dos animais, bem como do meio ambiente. Quanto aos alimentos convencionais, obtidos por técnicas clássicas de melhoramento, o histórico de uso sempre foi considerado suficiente para considerá-los seguros. As exigências quanto a avaliação de risco dos alimentos derivados de OGMs variam de país para país. Para evitar que divergências entre os países sejam utilizadas como uma forma de barreira não tarifárias, em 2003 o Codex Alimentarius, responsável por estabelecer os padrões internacionais para os alimentos, publicou os princípios para análise de risco à saúde humana dos OGMs. Atualmente, há um consenso em relação a adoção do princípio da equivalência substancial na avaliação da segurança de OGMs, que consiste na comparação das características da planta modificada com a planta convencional. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela aprovação dos alimentos transgênicos no Brasil, também adota o princípio da equivalência substancial para avaliação de biossegurança de OGMs com base na lei nº 11.105/2005 e Resolução Normativa nº 5 de 2008. O Tecam já realiza estudos da composição de OGMs que envolve macro e micronutrientes, anti-nutrientes e metabólitos, mas não realiza a quantificação das proteínas transgênicas expressas na planta. Normalmente, as empresas produtoras dos OGMs realizam essas análises nos laboratórios dos seus centros de pesquisa ou em laboratórios prestadores de serviço no exterior. Existe uma demanda reprimida, por falta de capacitação de laboratórios prestadores de serviço nessa especialidade no país. O projeto visa capacitar o TECAM a oferecer estudos imunoenzimáticos pelo método de ELISA (Enzyme Linked ImmunonoSorbent Assay) em Boas Práticas de Laboratório (BPL), voltados à quantificação da expressão de proteínas de plantas geneticamente modificadas. Como a empresa já recebe amostras de OGM, para realizar outras análises e existe a necessidade de realizar também a quantificação de proteína nas mesmas amostras, o Laboratório agrega valor por amostra recebida se puder atender seus clientes de forma mais completa, bem como conquistar novos clientes por conta desse diferencial. Na fase 1, planejamos executar um experimento piloto baseado na construção de uma curva padrão para proteína 2m-EPSPS (que confere tolerância ao herbicida glifosato no algodão). Uma vez padronizada a curva, será preparada uma amostra de algodão convencional para fortificação com diferentes quantidades da proteína 2m-EPSPS. As amostras fortificadas serão submetidas a extração da proteína e quantificadas pelo método imunoquímico de ELISA para verificar a capacidade de recuperação da 2m-EPSPS após os procedimentos de extração. (AU)

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