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Conflito e cooperação em insetos sociais

Processo: 15/15976-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 09 de outubro de 2015 - 15 de outubro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Comportamento Animal
Pesquisador responsável:Fábio Santos do Nascimento
Beneficiário:Fábio Santos do Nascimento
Pesquisador visitante: Tom Wenseleers
Inst. do pesquisador visitante: University of Leuven (KU Leuven), Bélgica
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Evolução animal  Ecologia comportamental  Sociobiologia  Hymenoptera  Intercâmbio de pesquisadores 

Resumo

Cooperação é onipresente no mundo natural: diferente genes e células trabalham juntos nos organismos multicelulares,muitos animais cooperam em sociedades, diferente espécies podem engajar em mutualismos e humanos cooperam uns om os outros em uma miríade de formas. Além disso, cooperação representa um desafio evolutivo maior, desde que indivíduos não cooperativos poderiam frequentemente ter uma vantagem relativa do que membros cooperativos do grupo. A resolução desses problemas envolvendo cooperação é considerado por muitos como um dos mais importantes questões na biologia e nas ciências sociais no momento. Recentemente, sociedades de insetos tais como abelhas e vespas têm surgido como um sistema modelo ideal para o estudo da questão do equilíbrio entre cooperação e conflito. Em nossa pesquisa, por exemplo, temos encontrado que a cooperação nos insetos sociais é regulada por meios da coerção entre os membros e que alguns conflitos se assemelham a tragédia dos comuns, que foi previamente reportada apenas para os humanos. A principal motivação desta visita é estabelecer uma nova proposta e consolidar nossa colaboração produtiva (Proc. 2010/10027 e oito publicações conjuntas até o momento). Durante a visita nós iremos discutir a natureza cooperativa das sociedades de insetos e, mais especificamente, sobre as formas nas quais os sinais químicos emitidos pela rainha ajudam a regular cooperação e suprimir reprodução em operárias jovens. Isto coincide com as recentes descobertas sobre feromônios de rainhas encontrados em formigas, vespas e mamangavas pelo Prof. Wenseleers em seu laboratório na Bélgica e se alia à expertise do prof. Nascimento no campo da ecologia química. O primeiro objetivo desta colaboração é testar como os feromônios de rainhas em insetos sociais evoluíram ao longo de diferentes linhagens dentro de um contexto filogenético (eg. abelhas sem ferrão e vespas primitivamente eussociais). Isso irá nos possibilitar a testar se a reprodução é regulada nos vários grupos de insetos sociais (AU)

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