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Aspectos clínicos, laboratoriais e cirúrgicos de equinos submetidos à anastomose do cólon descendente com aplicação ou não de biomaterial

Processo: 15/17504-7
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2015 - 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Áureo Evangelista Santana
Beneficiário:Áureo Evangelista Santana
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Trato gastrointestinal  Obstrução intestinal  Biomateriais  Peptidil dipeptidase A  Citocinas  Equinos 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:aderência intestinal | Biomaterial | cascata de coagulação | citocinas | enzima conversora de angiotensina | Gastroenterologia equina

Resumo

As aderências intra-abdominais são complicações relativamente comuns nas cirurgias do trato gastrointestinal dos equinos, predispondo a processos obstrutivos, dor abdominal recorrente e vôlvulos intestinais. Este ensaio tem como escopo principal a confecção e avaliação da eficiência laboratorial e in vivo de biomaterial, quando empregado como enxerto, para evitar aderências após anastomose do cólon descendente. Durante validação in vivo serão utilizados, inicialmente, dois grupos experimentais de seis ratos Wistar (12 animais), sendo um de biomaterial sem estreptoquinase (GD1) e outro de biomaterial impregnado com estreptoquinase (GD2). Estes ratos serão submetidos à celiotomia por incisão na linha média ventral, anastomose término-terminal do cólon descendente, implantação do biomaterial no local da enteroanastomose e eutanásia após 14 dias para avaliação macroscópica da evolução cicatricial do cólon descendente (formação ou não de aderências, infecção abdominal e deiscências). Após esta validação, quatro grupos experimentais de seis equinos adultos (24 animais) serão submetidos à mesma técnica da supracitada enteroanastomose, sendo: equinos submetidos à lavagem apenas com solução fisiológica na região intestinal suturada (GC); infusão de estreptoquinase na cavidade abdominal (GT1); implantação na área de enteroanastomose do biomaterial sem estreptoquinase (GT2) e implantação na área de enteroastomose do biomaterial impregnado com estreptoquinase (GT3). Os parâmetros clínicos dos equinos serão avaliados diariamente, durante 14 dias. Neste dia será realizada a videolaparoscopia para avaliação dos mesmos parâmetros cicatriciais descritos no modelo murino. Análises laboratoriais do sangue venoso e líquido peritoneal dos equinos serão realizadas no período pré-operatório imediato, trans e pós-operatórios. Ademais, nos equinos dos GT1 e GT3 serão colhidas amostras seriadas de sangue para análise farmacocinética da esptreptoquinase. Os dados obtidos para variáveis clínicas, laboratoriais e cirúrgicas serão avaliados por meio de análise estatística. (AU)

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