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Junção ósteo-tendínea: estudo biomecânico, histológico e molecular em coelhos

Processo: 13/25046-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2015 - 31 de maio de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Olavo Pires de Camargo
Beneficiário:Olavo Pires de Camargo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Alexandre Leme Godoy dos Santos ; Cesar Augusto Martins Pereira ; César de César Neto ; Gustavo Bispo dos Santos ; Marcos Hideyo Sakaki ; Pedro Augusto Pontin ; Tulio Diniz Fernandes
Bolsa(s) vinculada(s):16/09664-7 - Junção ósteo-tendínea: estudo biomecânico, histológico e molecular em coelhos, BP.TT
Assunto(s):Ortopedia  Transferência de tendão  Proteínas morfogenéticas ósseas  Proteína morfogenética óssea 2  Proteína morfogenética óssea 4  Âncoras de sutura 

Resumo

A cicatrização da junção osteotendínea (JOT) é um processo complexo e passível de numerosas falhas. Clinicamente, durante a prática médica ortopédica, a necessidade de que este processo cicatricial ocorra de maneira rápida e eficaz é muito importante, principalmente no tratamento das roturas tendíneas insercionais e no emprego de técnicas cirúrgicas de transferências tendinosas.O manejo clínico destas lesões é muitas vezes paradoxal. Por se tratar de processo lento e delicado de cicatrização, se faz necessário, no período pós-lesional ou pós-cirúrgico precoces, a imobilização e a proteção de carga da região acometida. Estas medidas, no entanto, levam a um atraso no retorno às atividades habituais do paciente, retardando a sua recuperação funcional.Por conta destas características paradoxais, se faz de grande interesse da literatura médica o desenvolvimento de métodos terapêuticos e comportamentais que possam abreviar e otimizar este período de cicatrização, sem que no entanto ocorram fadiga e soltura do reparo cirúrgico, bem como o atraso no protocolo de reabilitação do paciente. Nesse sentido, buscam-se as possíveis variáveis responsáveis por interferir na qualidade final e na velocidade da integração da inserção osteotendínea.Tendo estes parâmetros como ponto de partida, nossa proposta indaga o verdadeiro papel e a influência dos fatores de crescimento, em especial da família das proteínas morfogenéticas ósseas (BMPs) e suas cascatas biológicas, no processo cicatricial supracitado. O projeto compara, através de análise biomecânica, histológica e molecular, em modelo experimental animal de coelhos, os resultados obtidos na utilização de duas técnicas cirúrgicas tradicionalmente utilizadas na prática ortopédica para a reinserção de uma rotura tendínea insercional.Objetivos GeraisComparar, nas diferentes fases da cicatrização da JOT do tendão calcâneo de coelhos, os resultados obtidos através da utilização de duas técnicas cirúrgicas tradicionais de reinserção tendínea (sutura através de túnel ósseo e sutura com âncoras). Com este intuito serão avaliados: Padrão de expressão in situ da via das BMPs, por meio da técnica de imuno-histoquímica. Níveis de expressão genética dessas proteínas, por meio da técnica de PCR em tempo real. Resistência biomecânica, em ensaio com cargas cíclicas. (AU)