| Processo: | 15/02754-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Vera Lúcia Lanchote |
| Beneficiário: | Vera Lúcia Lanchote |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Adriana Rocha ; Eduardo Antônio Donadi ; Eduardo Barbosa Coelho ; Maria Paula Marques Pereira |
| Assunto(s): | Lúpus eritematoso sistêmico Atorvastatina Farmacocinética Genfibrozila |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atorvastatina | farmacocinética | genfibrozila | Lúpus Eritematoso Sistêmico | Oatp1B1 | Pk-Pd | Farmacocinética e Metabolismo |
Resumo
O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune inflamatória e crônica, com prevalência de 20 a 150 casos a cada 100 mil indivíduos. As doenças cardiovasculares são importantes causas de morbidade e mortalidade em pacientes portadores de LES, para os quais as estatinas tem se mostrado a estratégia mais efetiva no tratamento de dislipidemias e na prevenção da aterosclerose. Classicamente, as estatinas são endocitadas pelos hepatócitos através do transportador OATP1B1, onde inibem a HMG-CoA redutase, a enzima que catalisa a conversão do HMG-CoA a ácido mevalônico durante a síntese de colesterol. No entanto, estudos têm demonstrado que doenças inflamatórias, como o LES, estão associadas a alterações na atividade de transportadores de fármacos, como o OATP1B1 e MDR1, bem como nas enzimas CYP envolvidas no metabolismo. Considerando que as estatinas são substratos dos transportadores OATP1B1, MDR1 e são metabolizadas pelo CYP3A4, nossa hipótese é de que os pacientes com LES poderiam diferir da população geral em termos da farmacocinética e farmacodinâmica da atorvastatina devido à diminuição da atividade da OATP1B1, com consequente redução do influxo da estatina no hepatócito e assim, do seu efeito farmacodinâmico. Para testar nossa hipótese, estamos propondo a avaliação da atividade in vivo da OATP1B1 hepática empregando PK-PD modeling da atorvastatina, utilizando a concentração plasmática da atorvastatina como parâmetro farmacocinético e a concentração plasmática do ácido mevalônico e ácidos graxos não-esterificados como parâmetros farmacodinâmicos. (AU)
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