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Avaliação do efeito de microvesículas na aderência e replicação de células tubulares humanas em matriz descelularizada.

Resumo

A doença renal crônica é um problema que tem crescido nas últimas décadas, mundialmente. O rim tem a capacidade de se regenerar após insultos como isquemia/reperfusão ou lesões tóxicas. Entretanto, em algumas situações ocorre progressiva fibrose com perda funcional. Durante anos os mecanismos de progressão de doença renal e possíveis intervenções tem sido estudados. Alguns fatores de progressão de doença renal estão bem estabelecidos, assim como alguns fatores de crescimento ligados a regeneração tubular tem sido descritos. O fator de crescimento de hepatócitos (HGF) tem se destacado neste cenário, como um importante regulador de recuperação de células renais. Vários tipos celulares têm sido investigados com propósito de regenerar o tecido renal fibrótico tais como: células-tronco mesenquimais de medula óssea, células multipotentes órgão específicas, células tronco embrionárias e células renais primárias. As células epiteliais renais são mais abundantes, de mais fácil obtenção e cultivo do que células progenitoras e células-tronco. Recentemente, demonstrou-se mecanismo de comunicação celular (célula mesenquimal-célula epitelial renal) através de microvesículas, produzidas por células mesenquimais. As análise de microvesículas demonstraram a presença HGF no interior das microvesículas produzidas por células mesenquimais. É possível que este seja um mecanismo estimulatório para regeneração.O objetivo deste projeto é avaliar o efeito de microvesículas preparadas a partir de células mesenquimais de cordão umbilical na aderência e proliferação de células primárias renais cultivadas em matriz renal descelularizada. (AU)

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